História do hino 329 – Conta as bênçãos

  “Para o crente, a gratidão deve ser uma atitude da vida”.O salmista Davi sabia como louvar e agradecer ao Senhor. Em circunstancias muita vezes intoleráveis, não se desesperou, mas “fez a escolha de levantar a sua voz em canto, celebrando o incomparável amor e a fidelidade de Deus”. É bom que cada crente tome tempo para redescobrir as verdades profundas expressas pelo hinista Johnson Oatman nas quatro estrofe deste hino.
  Nas primeiras duas estrofes ele desenvolve o pensamento que o contar das bênçãos serve como antídoto para os desânimos da vida, e também estimula o viver cristão vitorioso. A terceira estrofe nos ensina que o contar das bênçãos pode ser o meio de colocarmos os bens materiais em devida perspectiva quando comparados com a herança eterna que espera todo o crente nas regiões celestiais. Então,enquanto revemos as nossas bênçãos individuais, certamente temos de concordar com a quarta estrofe: a provisão do auxílio e conforto de Deus durante toda a nossa vida é uma das nossas mais ricas bênçãos.
  Este hino talvez seja o mais cantado hino escrito por Johnson Oatman, Jr. Difundiu-se por todo o globo. Apareceu pela primeira vez na coletânea Songs for Young People (Cânticos para Jovens), compilado e publicado pelo compositor da melodia, Edwin Othello Excell, em 1897, Um escritor disse deste hino: “Como raio do sol , alumiou os lugares escuros da terra”. Fazendo uma reportagem sobre uma das campanhas do evangelista Gipsy Smith,o muito lido jornal The London Daily (O Diário de Londres) noticiou que este extraordinário pregador, ao anunciar o hino, disse: “No sul de Londres os homens o cantam, os rapazes o assobiam, e as mães põem os seus bebes a dormir com este hino”. Apropriadamente, o nome BLESSINGS (Bênçãos), palavra chave do hino, foi escolhido para a melodia pela comissão do Baptist Hymmnal (Hinário Batista) de 1956.

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_244.htm

Published in: on 6 de junho de 2010 at 9:47 pm  Deixe um comentário  

História do hino 328 – Sossegai

  Mary Ann Baker, a autora deste lindo hino nasceu em 16 de setembro de 1831. A tuberculose ceifou a vida dos seus pais e deixou-a órfã em tenra idade. Moravam em Chicago com a irmã e o irmão. Esse, um moço de excepcionais qualidades de caráter, começou a sofrer efeitos desta terrível doença. Das suas escassas economias, as duas irmãs conseguiram recursos para que ele viajasse à Flórida, na esperança de que no clima mais ameno começasse a melhoria. Não lhes foi possível acompanha-lo. “Tudo em vão. Em poucas semanas o mal se agravou e o rapaz faleceu, longe do aconchego da família.”. Não havia dinheiro para as irmãs irem ao seu enterro, nem para transportar o seu corpo para Chicago. Mary escreveu sobre esta experiência assoladora:
  “Embora nosso choro não fosse ‘como outros que não têm esperança’ e embora tivesse crido em Cristo desde menina e desejasse sempre viver uma vida consagrada e obediente, tornei-me terrivelmente rebelde a esse desígnio da divina providência. Disse no meu coração que Deus não amava a mim, nem aos meus. Mas a própria voz do meu Mestre veio aclamar a tempestade no meu coração rebelde e me trouxe a calma de uma fé mais profunda e uma confiança mais perfeita.”
  Foi logo depois desta maçante experiência que o dr. Horatio Palmer solicitou a Mary Ann o preparo de um grupo de hinos sobre os assuntos das lições da Escola Bíblica da sua igreja Batista. “Um dos temas era ‘Cristo Acalmando a Tempestade’. Esta lição expressou tão vividamente a minha experiência, que este hino foi o resultado”.  Imediatamente, o próprio dr. Palmer escreveu a música para o hino, que tem beneficiado a muitos com a sua mensagem de fé. Publicou-o na sua coletânea Songs of Love for the Bible School (Cânticos de Amor para a Escola Bíblica), em 1874.
  Depois disto, Mary Ann se empenhou de corpo e alma à União de Mulheres Cristãs Pela Temperança. Neste ministério teve oportunidade de observar, bem de perto, o sofrimento de irmãs, esposas e mães de alcoólatras cujas vidas naufragaram pelo degradante vício de beber. Depois de chorar com muitas destas mulheres ao lado da sepultura destes seus entes queridos, ela testificou: “Tenho chegado a sentir gratidão pelas doces memórias do meu irmão. O caminho de Deus é o melhor”.
  Ao saber que seu hino também estava sendo uma grande benção em outros países. Mary Ann Baker disse: “Me surpreende muito que este humilde hino tenha atravessado os mares e sido cantado em terras bem distantes para a honra do nome do meu Salvador”. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_379.htm, que cita Rufin, Bernad, Fanny Crosby, Philadelphia, PA, United Church Press, 1976, p. 30.

Published in: on 5 de junho de 2010 at 9:41 pm  Deixe um comentário  

História do hino 514 – Paz real

  Somente o crente, o pecador perdoado, pode compreender a paz que o perdão traz para a sua vida. Esta paz permeia toda a sua vida, minorando as suas aflições e fortificando a sua fé. Com a certeza do perdão, vem também a necessidade de louvar àquele que o salvou e perdoou. Igualmente preciosa é a certeza de um dia estar com Cristo em toda a sua glória,de saber para onde vai! Foi para testificar desta nova paz que Peter P.Bilhorn escreveu este hino (letra e música) e o publicou em 1887. Sankey logo começou a usar este hino e publicou-o em 1888, em New Hymns and Solos (Novos Hinos e Solos) nº. 94, e depois, em Sacred Songs and Solos (Hinos e Solos Sacros) nº. 658, de onde, provavelmente, W.E.Entzminger o adaptou. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_228.htm, que cita Sankey, Ira D. My Life and the Story of the Gospel Hymns, Philadelphia, P.W.Ziegler Co., 1906.p.287.

Published in: on 5 de junho de 2010 at 9:40 pm  Deixe um comentário  

História do hino 327 – O piloto

  O major D. W. Whittle conta o seguinte incidente em relação a este hino:
  “Fui com o general O. O. Howard para dirigir reuniões e os soldados em Tampa, Flórida, e um dia, ao passar pelo acampamento, encontrei um jovem soldado com febre e moribundo. Ajoelhei-me ao seu lado e perguntei-lhe se era cristão. Respondeu-me que não, mas que seus pais o eram e pediu-me que orasse por ele. Orei, mas, não notei qualquer impressão profunda em seu coração. Saí com meu coração entristecido, mas prometi voltar outro dia. Dois dias depois, visitei-o outra vez e ao orar com ele, o Senhor pôs em minha mente o hino ‘o Piloto’, que cantei. O soldado moribundo disse: – ‘Ó, isto me fez bem; fez-me lembrar de minha querida irmã em Michigan, que costumava cantar este hino antes de eu entrar para o exercito’. Pediu-me que o repetisse várias vezes, e finalmente perguntou: ‘Será que Jesus seria o meu Piloto para entrar no porto de descanso? ‘Disse-lhe que certamente Jesus o seria’. Respondeu: ‘Confiarei nEle de todo o coração’. Procurei vê-lo outra vez no dia seguinte, mas seu colega me comunicou que falecera na noite anterior”.
  Este hino foi publicado anonimamente, pela primeira vez no The Sailor’s Magazine (Revista do Marinheiro), em 1871 e somente depois de ter sido publicado no “Spiritual Songs” (Hinos Espirituais), em 1878, é que o modesto Edward Hopper deu-se a conhecer como seu autor. A igreja do dr. Hopper, bem cognominada “Igreja de Mar e Terra”, situava-se na cidade de Nova York, onde ele trabalhou por muitos anos.
  Apesar de ser escrito especialmente para sua congregação de marinheiros na cidade de N. York, este maravilhoso hino tem sido fonte de conforto e benção a todo o cristão. Seus majestosos acordes são um ótimo acompanhamento para os seus magníficos pensamentos. A melodia foi escrita por John E. Gould, proprietário de uma loja de musicas na cidade de N. York.
  Ele musicou-o após havê-lo visto no The Sailor’s Magazine, na noite anterior à sua partida para a África, onde esperava que sua saúde melhorasse. Soube-se mais tarde que morreu na Algéria. A morte de Gould foi muito pranteada na igreja de Hopper, mas ninguém da congregação suspeitava que o próprio Hopper era o autor da letra deste hino. O Piloto é uma homenagem a um homem que verdadeiramente depositou sua vida nas mãos do Mestre – e que, mesmo vivendo num tempo que já não era seu, aos setenta e dois anos, pode meditar com deleite sobre o Céu. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_358.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Published in: on 4 de junho de 2010 at 9:35 pm  Deixe um comentário  

História do hino 306 – O caminho da cruz

  Hugh Mddleton Brock, o avô da autora, estava muito doente na sua cama de onde todos sabiam que não se levantaria. Sua querida esposa Clara e alguns dos seus filhos estavam a seu lado. “Meu neto, Charlie, já chegou?” Perguntava ele. “Ainda não”, vinha à resposta. O Sargento Charles Swigert voltava da Segunda Guerra Mundial, onde servia na Europa, “Preciso vê-lo!” Repetia Brock. Finalmente, depois de viajar dia e noite de um lado do país para o outro, Charlie chegou. “Aqui estou, vovô” disse ele. Com grande alívio, Hugh pôde ver que ele estava são, bem de saúde, com a ferida, que recebera na guerra, já sarada. Os outros não ouviram tudo que se passou entre aqueles dois que se amavam muito, mas uma coisa clara ouviu distintamente: “Charlie, para o céu pela cruz irei; nenhum outro vou achar!”. Antes de um novo dia amanhecer, Hugh Brock já tinha partido para estar com Jesus.
  Jessie Brown Pounds escreveu esta letra em 1906. De acordo com Charles H. Gabriel, no seu livro Singers and Their Songs (Cantores e Seus Cânticos), ela quis “dar ênfase a uma verdade que é constantemente presente nos ensinos de Cristo, que o cristão heróico não segue a linha de menos resistência”. O hino é geralmente cantado lembrando que o único caminho para o céu é pela cruz de Cristo, o que está certo. Mas é preciso perceber que a autora também enfatizou a cruz que Cristo nos manda levar. A terceira estrofe diz:
Os caminhos maus deste mundo deixei;
Jamais neles vou seguir,
Sigo, pois Jesus, com a minha cruz,
No caminho que ao céu conduz

 Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_535.htm, que cita Brock, Clara Earle. , Conversação com a autora em cerca de 1946.

Published in: on 3 de junho de 2010 at 9:29 pm  Deixe um comentário  

História do hino 304 – Um vaso de bênção

  Ser um canal dos propósitos de Deus [como vaso de benção] é a chamada mais alta na vida. A cada crente é dado ao menos um dom espiritual para esta obra. Quando usamos este dom, as nossas vidas são abençoadas e enriquecidas por Deus enquanto ele nos usa para abençoar os outros (…). Nosso ministério aos outros, entretanto, sempre se baseia no que temos primeiro recebido e experimentado com Deus. Nunca podemos nutrir outros espiritualmente até que primeiro Deus nos tenha nutrido. Harper G. Smith escreveu este hino, letra e música, em 1903. James McGranahan publicou-o em 1904, na sua coletânea Hymns, Psalms, and Gospel Songs (Hinos, Salmos e Cânticos Gospel).
  Não importa a obra para a qual Deus nos chame, seja ela grande ou pequena, receberá sua prometida bênção quando fazêmo-la fielmente e com os motivos mais sinceros. As Escrituras também ensinam que as nossas obras de compaixão e misericórdia precisam ser feitas com alegria, nunca meramente por “dever”. Harper G. Smyth sempre procurou ser “um vaso de Bênção” em todos os seus múltiplos empreendimentos. Nascido em Nova Iorque, em 16 de março de 1873, recebeu aprimorado treinamento no Instituto de Artes Musicais daquela cidade. Dono de uma bela e possante voz, foi membro da afamada Companhia Metropolitana de Ópera por dois anos. Crente dedicado, procurou ser usado por Deus, tanto no serviço da igreja como no trabalho secular. Regeu coros de igrejas em diversos Estados e por um tempo, dirigiu a música para as campanhas evangelísticas de J. Wilbur Chapman, como também de Maud Ballington Booth do Exército da Salvação. Também foi regente na Convenção Nacional Republicana, em Cleveland, em 1924.
  Habilidoso escritor, durante a Primeira Guerra Mundial Smyth ficou famoso pelas apoteoses que escrevia, atividade que continuou por muitos anos. Publicou Let’s Adventure in Personality (Vamos Aventurar em Personalidade), em 1941, freqüentemente dando preleções sobre esse assunto. Smyth manteve um estúdio para o ensino de canto em Cleveland durante todos os seus anos ali. Escreveu cerca de 25 hinos e cânticos, mas este é seu único hino em uso hoje. A comissão do Baptist Hymnal (Hinário Batista – 1956) deu o nome EUCLID à melodia de Smyth, em homenagem à Igreja Batista da Avenida Euclid, em Cleveland, Estado de Ohio, onde Smyth foi regente congregacional oficial de 1913 até a sua morte em 25 de agosto de 1945. Certamente, ser um “vaso de benção” foi a meta do dedicado missionário-hinista William Edwin Entzminger (1859-1930), que escreveu ou traduziu 72 hinos para o Cantor Cristão.

Bibliografia: Hinário para o Culto Cristão- Notas históricas- Edith Brock Mulholhand (Compiladora)- Rio de janeiro; JUERP, 2001

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_326.htm

Published in: on 2 de junho de 2010 at 9:25 pm  Deixe um comentário  

História do hino 303 – Amor a Jesus

  Esta comovente letra de William Ralph Featherstone, escrita aos seus dezesseis anos em 1862 (possivelmente ao converter-se), traça a íntima ligação entre amar e submeter-se a Cristo, nosso Mestre, Senhor e Rei. Featherstone enviou a letra para sua tia, que achou por bem recomenda-la para publicação. Foi publicada em The London Hymn Book (O Hinário de Londres) em 1864 e em mais oito coletâneas antes de aparecer com a melodia de Adoniram J. Gordon. Mas é esta melodia, com que está associada hoje, que fez o hino aparecer em hinários pelo mundo afora. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_290.htm, que cita Robert, Dana L., in: Rosell, Garth M., ed., The Vision Continues, South Hamilton, Massachussetts, Gordon Conwell Theological Seminary, 1992, p. 6.

Published in: on 2 de junho de 2010 at 9:23 pm  Deixe um comentário  

História do hino 301- Crer e observar

  É interessante como um pequeno incidente pode originar grandes coisas, como é o caso deste hino. Quem nos conta é o sr. Daniel B. Towner, de Roma, estado da Pennsylvania. Diz ele: “Há muitos anos o sr. D. L. Moody estava dirigindo umas reuniões evangelísticas na cidade de Crockton, estado de Massachusetts, e eu tive o prazer de cantar os hinos para ele naquela ocasião. Certa noite, após uma das reuniões, um jovem levantou-se e fez a seguinte confissão: ‘Eu não tenho muita certeza, mas vou confiar e vou obedecer’. Anotei aquela sentença e enviei-a ao sr. John Henry Sammis, contando-lhe como e de quem a ouvira. Este, tomando por base a referida sentença, escreveu o hino que até hoje é cantado entusiasticamente pelos cristãos em todo o mundo. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_301.htm, que cita http://www.refrigerio.net/hinos22.html

Published in: on 1 de junho de 2010 at 9:14 pm  Deixe um comentário  

História do hino 294 – Necessitado

  Este hino surgiu em meio as tarefas diárias de uma dona de casa. A escritora, srª Annie Sherwood Hawks, escreveu a respeito daquela manhã quando foi inspirada a colocar estas palavras no papel: “Eu estava tão cheia do sentimento de proximidade do Mestre que, imaginando como alguém poderia viver sem Ele, quer na alegria, quer na tristeza, estas palavras “de Ti, Jesus Senhor, tenho precisão” surgiram em minha mente… Sentando-se perto da janela aberta, apanhei meu lápis e as palavras foram logo confiadas ao papel, quase da mesma forma como são cantadas agora… Alguns anos depois, quando as sombras caíram sobre meu caminho, por causa de uma grande perda, foi que senti o poder confortante das palavras que transmiti a outros em minhas horas de doce segurança e paz”. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_394.htm, que cita Osbeck, Kenneth W. 101 More Hymn Stories, Grand Rapids, MI, Kregel Publications, 1985,p. 57.

Published in: on 31 de maio de 2010 at 9:11 pm  Deixe um comentário  

História do hino 291 – Comunhão celeste

  Depois de servir a Deus como pastor por mais de 24 anos, na cidade de Brixham, Inglaterra, viu-se acometido por uma doença pertinaz, pulmonar, enfraquecendo rapidamente o seu estado físico. O seu médico recomendou-lhe que deixasse aquela cidade e fosse para as regiões da Itália, onde havia mais sol e onde poderia fugir do ar salgado de Brixham. Lyte não gostou da idéia, pois amava o mar desde a sua infância; e, agora, aos 54 anos, recebia o diagnóstico do médico como se fosse uma verdadeira sentença. Assim se expressou: “Espero que não seja necessário, pois nenhuma separação me seria mais penosa do que a do mar. Desde a minha infância ele tem sido o meu amigo e companheiro de folga e jamais me cansaria de o contemplar”. E mais: “As andorinhas estão a preparar-se para o vôo e estão a convidar-me para as acompanhar, porém, enquanto falo em voar, mal posso arrastar-me, e pergunto-me se será possível deixar a Inglaterra”.
  Parece que foi durante este estado físico e emocional que Lyte preparou o sermão que, sabia, seria o último para a sua Igreja a qual tanto amava. O seu último sermão naquela cidade foi proferido no dia 4 de Setembro de 1847. Foi grande o esforço que despendeu, nas condições físicas em que se encontrava, a ponto de muitos temerem pela sua saúde. Mesmo assim, após o culto, foi, pela última vez, à beira do mar, voltando, depois, lentamente, para sua casa.
  No final daquele mesmo dia, ele colocou nas mãos de um parente seu, o hino ” Comunhão celeste”. Pensa-se que Lyte, ao meditar na sua iminente saída de Brixham, havia escrito o hino, em Agosto daquele ano (1847). Mas a primeira vez que foi divulgado, foi na data do seu último sermão. Lyte, dois meses mais tarde, morreu, na cidade de Nice, ao sul da França, antes de chegar ao seu destino, apontando para o céu e dizendo:: “Paz, Alegria!”. Assim partiu Lyte.  A música deste hino foi escrita pelo dr. William H. Monk e recebeu o título de EVENTIDE (Crepúsculo), nome bem sugestivo de acordo com a letra e o sentido do hino escrito por Lyte, bem no crepúsculo da sua vida terrenal! 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_397.htm, que cita http://www.refrigerio.net/hinos13.html

Published in: on 31 de maio de 2010 at 9:10 pm  Deixe um comentário  
%d blogueiros gostam disto: