srª. Frank A. Breck

  Carrie Elizabeth Ellis Breck [447] (Mrs. Frank A. Breck) (1855-1934), uma dedicada dona de casa que tinha cinco filhas. As inúmeras atribuições de uma senhora que mantinha-se ocupada com seus afazeres domésticos e cinco crianças para cuidar, não foram motivos suficientes para abalar a fé nem impedí-la de ser inspirada a compor um texto tão comovente e maravilhoso como este. Poetisa por natureza, sempre que possível enviava suas obras ao compositor Tullar. Apesar de não dominar a arte da música tinha o dom de elaborar poemas, chegando a escrever mais de 2.000. Não tinha uma saúde muito boa e tinha que parar frequentemente para descansar. Nesses momentos, sentada na sua cadeira de balanço favorita, pegava um caderno e escrevia poesias, muitas vezes com um bebê no colo ou brincando aos seus pés.

http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2007/12/hc118-face-face.html

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Published in: on 3 de junho de 2010 at 9:34 pm  Deixe um comentário  

Jessie H. Brown

  A autora Jessie Brown Pounds (1861-1921) [], nascida em Hiram, Estado de Ohio, EUA, nunca foi muito forte fisicamente e recebeu sua educação em casa. Aos 15 anos começou a contribuir regularmente para periódicos religiosos e por mais de 30 anos escreveu poesia sacra para a publicadora de James H. Fillmore. Publicou ao todo, nove livros, 50 textos para cantatas e operetas, e mais de 400 hinos. Jessie H. Brown casou-se com o pr. John E. Pounds, pastor da igreja Cristã Central em Indianápolis, Estado de Indiana em 1896. Mais tarde, ele tornou-se pastor universitário em Hiram, a cidade natal de Jessie. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_535.htm

Published in: on 3 de junho de 2010 at 9:33 pm  Deixe um comentário  

História do hino 306 – O caminho da cruz

  Hugh Mddleton Brock, o avô da autora, estava muito doente na sua cama de onde todos sabiam que não se levantaria. Sua querida esposa Clara e alguns dos seus filhos estavam a seu lado. “Meu neto, Charlie, já chegou?” Perguntava ele. “Ainda não”, vinha à resposta. O Sargento Charles Swigert voltava da Segunda Guerra Mundial, onde servia na Europa, “Preciso vê-lo!” Repetia Brock. Finalmente, depois de viajar dia e noite de um lado do país para o outro, Charlie chegou. “Aqui estou, vovô” disse ele. Com grande alívio, Hugh pôde ver que ele estava são, bem de saúde, com a ferida, que recebera na guerra, já sarada. Os outros não ouviram tudo que se passou entre aqueles dois que se amavam muito, mas uma coisa clara ouviu distintamente: “Charlie, para o céu pela cruz irei; nenhum outro vou achar!”. Antes de um novo dia amanhecer, Hugh Brock já tinha partido para estar com Jesus.
  Jessie Brown Pounds escreveu esta letra em 1906. De acordo com Charles H. Gabriel, no seu livro Singers and Their Songs (Cantores e Seus Cânticos), ela quis “dar ênfase a uma verdade que é constantemente presente nos ensinos de Cristo, que o cristão heróico não segue a linha de menos resistência”. O hino é geralmente cantado lembrando que o único caminho para o céu é pela cruz de Cristo, o que está certo. Mas é preciso perceber que a autora também enfatizou a cruz que Cristo nos manda levar. A terceira estrofe diz:
Os caminhos maus deste mundo deixei;
Jamais neles vou seguir,
Sigo, pois Jesus, com a minha cruz,
No caminho que ao céu conduz

 Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_535.htm, que cita Brock, Clara Earle. , Conversação com a autora em cerca de 1946.

Published in: on 3 de junho de 2010 at 9:29 pm  Deixe um comentário  
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