Hinos do Hinário para o Culto Cristão

  Ontem terminou mais uma fase, a de contar histórias e biografias, devido a vários pedidos, começa a ser postados, a partir do dia 1 de julho, os hinos do Hinário para o Culto Cristão, hinário adotado por algumas igrejas batistas, distintamente das vezes anteriores, que eu dizia a data de início e fim dos posts, desta vez só tenho o dia de início, mas não de fim, já que o objetivo é postar as letras e áudios dos hinos, ocorre que nem todos os hinos do HCC tem áudio na internet, mas logo terão, inicialmente serão postados 3 hinos diários, posteriormente 5 hinos e depois, se possível, 10 hinos diários.

  Este hinário tem uma característica peculiar, distinta do Cantor Cristão, pois ele apresenta versos bíblicos antes de cada hino e alguns hinos são inteiramente citações bíblicas, é necessário eu fazer duas observações, a primeira é que os versos são colocados inteiros, no original, eles são postos apenas parte do verso bíblico, a segunda é que a tradução utilizada é a Almeida Corrigida Fiel (ACF), no trabalho original é utilizada outra versão bíblica. A mudança da versão bíblica se dá pelo motivo do texto original usado, que é o TR, para mais informações, sobre o tema, basta acessar os links, deste blog, e procurar sobre as versões bíblicas; o motivo de usar o verso inteiro é de incentivo, pois desejo ver a Palavra de Deus sendo mais lida, cada vez mais, sei que se pode usar partes dos versos, apenas optei por usar versos inteiros.

  Para ouvir é só passar o mouse sobre o link, daí abrirá uma janela, é só preciso clicar no play, daí se poderá ver a letra e ouvir o áudio, ainda é possível mover essa janela, que abre, para tanto é só passar o mouse na barra superior, daí vai aparecer uma seta apontando para cima/baixo/esquerda/direita, com isso é só mover a janela. Para fazer busca dos posts anteriores basta selecionar pelo mês desejado ou mesmo utilizar a busca, que fica ao lado direito, entre os arquivo e o calendário, ou usar o calendário e selecionar o dia desejado. Caso queira entrar em contato comigo é só me mandar email, eu desativei os comentários, meu email é professorobert (arroba) yahoo (ponto) com, é só por o sinal invés da palavra.

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Published in: on 11 de junho de 2010 at 4:59 pm  Deixe um comentário  

John Henry Yates

John Henry Yates  (1837-1900) nasceu no dia 21 de novembro de 1837, na cidade de Batavia, Nova Iorque. Faleceu no dia 5 de setembro de 1900, na mesma cidade, onde, também, se encontra enterrado.  Trabalhou em várias profissões. Dentre elas: vendedor de sapatos, editor de jornal e gerente de loja de ferramentas. Tornou-se ministro metodista em 1886 e mais tarde, pastor da Igreja Batista.

Fonte: http://www.adperus.com.br/harpacrista/a_armadura_crista

Published in: on 10 de junho de 2010 at 10:30 pm  Deixe um comentário  

John Keble

  John Keble (25 de abril de 1792 — 29 de março de 1866) foi um religioso inglês, um dos líderes do Movimento Oxford. Foi ordenado em 1816 e professor em Oxford entre 1818 a 1823. Em 1827, publicou um livro de poemas chamado O Ano Cristão, contendo poemas para os domingos e dias de festa do ano litúrgico da igreja. O livro, de linguagem simples, vendeu muitas cópias, e foi eficaz em espalhar as convicções devocionais e teológicas de Keble.
  De 1836 até sua morte, trinta anos mais tarde, era pároco de uma pequena paróquia anglicana na vila de Hursley perto de Winchester. Em 14 julho 1833, pregou o sermão de Assize em Oxford, o qual passou a ser chamado de “Apostasia Nacional” e tornou-se o marco do Movimento de Oxford, que pretendia se tornar um movimento de reavivamento da Igreja Anglicana. Traduziu os trabalhos de Ireneu de Lyon (28 junho de 202), e produziu uma edição dos trabalhos de Richard Hooker, importante teólogo anglicano (3 novembro de 1600). Escreveu também mais livros de poemas, e numerosos hinos. Três anos após sua morte, seus amigos e admiradores estabeleceram a faculdade de Keble em Oxford. 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Keble

Published in: on 10 de junho de 2010 at 10:28 pm  Deixe um comentário  

História do hino 366 – Firmeza

  Edward Mote, autor deste hino, aos 16 anos, foi levado por seu mestre para ouvir o estimado pregador John Hyatt. Aos seus pés Edward converteu-se a Cristo! Mais tarde, ao se estabelecer em Southwark, um subúrbio de Londres, com seu próprio negócio, tornou-se marceneiro de muito sucesso e um crente muito dedicado. Como passatempo escrevia crônicas que muitas vezes foram publicadas em periódicos de Londres. Começou a escrever poesias e hinos, também. Foi em 1834 que ele escreveu este hino de fé e confiança em Cristo. Assim ele contou a história:
  “Uma manhã, enquanto saía para o meu trabalho, veio à minha mente que devia escrever um hino sobre a experiência do cristão da graça do Senhor. Enquanto ia para Holbern, compus as palavras do estribilho:
A minha fé e o meu amor
Estão firmados no Senhor,
estão firmados no Senhor. 
  Durante o dia completei quatro estrofes e as escrevi.”
  Mote continuou a contar que, no domingo, ao encontrar-se com um membro da igreja, esse lhe pediu que fosse visitar sua esposa que estava gravemente enferma. À tarde, Mote se apressou em fazer isso. O sr. King pediu que cantasse um hino, lessem as Escrituras e orassem. Procurou o seu hinário, mas não o achou. Edward Mote continua a contar:
  “Eu disse: ‘Tenho uns versos aqui no meu bolso, se quiser, podemos cantá-los’. Assim fizemos. Sua esposa gostou tanto do hino que pediu que deixasse uma cópia com ela. Depois do culto da noite, fui para casa e escrevi mais duas estrofes. Levei-as depois para aquela irmã. Estes versos foram tão bem ao encontro das necessidades daquela irmã moribunda, que mandei imprimir 1000 cópias para distribuição. Enviei uma cópia a Spiritual Magazine (Revista Espiritual), sem assiná-la.”
  Com a idade de 55 anos, Mote viu um sonho ser realizado. Há muito tempo queria que houvesse uma congregação batista no seu bairro. Em grande parte resultado dos seus próprios esforços, Isto se realizou. Foi ele que construiu o templo. Os outros membros da congregação queriam que Mote registrasse tudo no seu próprio nome. Ele recusou, dizendo: “Não quero uma capela, quero um púlpito, e no dia que eu deixar de pregar a Cristo, podem me negar o púlpito.”
  Por 26 anos Mote serviu fielmente como pastor da igreja, saindo somente por causa da enfermidade que o levaria à morte dentro de um ano. Pouco tempo antes do seu falecimento em 1874, Edward Mote disse: “As verdades que tenho pregado, eu as estou vivendo. Servirão muito bem para morrer, também”. Como de costume naquela época, foi sepultado no terreno da igreja. Perto do púlpito, há uma placa com a inscrição: ‘Em memória de Edward Mote, que dormiu em Jesus em 13 de novembro de 1874, aos 77 anos de idade. Por 26 anos o amado pastor desta igreja, pregando ‘Cristo, e este crucificado.’ (I Co 2:21) como tudo de que o pecador precisa, e o santo deseja.”. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_253.htm, que cita Ichter, Bill H. Se os Hinos Falassem, vol.III, Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista (JUERP),1971, p.94

Published in: on 10 de junho de 2010 at 10:26 pm  Deixe um comentário  

História do hino 359 – Jesus como guia

  No seu relato sobre o surgimento deste hino, o autor, Joseph Henry Gilmore, escreve que ele, como jovem pregador, planejava fazer uma exposição do Salmo 23 na Primeira Igreja Batista da Filadélfia, Estado da Pensilvânia, EUA, num culto de oração, em 26 de março de 1862. Embora tivesse feito este estudo antes, Gilmore declara:
  “Desta vez não pude ultrapassar as palavras ‘guia-me’. Fiquei cativado por estas palavras como nunca antes. Vi nelas um sentido e uma beleza da qual nunca sonhara (…) . Talvez a hora [mais escura da guerra civil] tivesse me levado subconscientemente a reconhecer que a liderança do Senhor é o único foto significativo na experiência humana. Não importa de que maneira o Senhor nos guia, ou para onde somos guiados. O importante é termos a certeza que o Senhor está nos guiando.”
  O pr. Gilmore continua sua história dizendo que, após o culto, escreveu a letra do hino Jesus como Guia no verso das suas anotações da mensagem, dando-nos à sua esposa. Meses depois ela enviou a poesia ao jornal Watchman and Reflector (Atalaia e Refletor), sob um pseudônimo. Foi impressa no mesmo ano pelo jornal. O ilustre compositor e publicador, William Batchelder Bradbury, achando esta mensagem em versos de Gilmore, musicou-a, adicionando uma linha ao estribilho e repetindo a essência da primeira linha de Gilmore no final. Publicou o hino no seu hinário Golden Censer (Incensório Dourado) em 1864. O pr. Gilmore somente soube da publicação do hino em 1865, quando abriu um hinário numa igreja batista, justamente na página que tinha seu hino. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_384.htm, que cita Gilmore, Joseph Henry In: Reynolds, William J. Companion to Baptist Hymnal, Nashiville, TN, Broadman press, 1976, p. 85.

Published in: on 10 de junho de 2010 at 10:24 pm  Deixe um comentário  

Horatio Gates Spafford

  Horatio Gates Spafford (Nova Iorque, 20 de outubro de 1828 — Jerusalém, 16 de outubro de 1888) foi um advogado americano, ficando conhecido pela autoria do hino cristão It Is Well With My Soul [Sou feliz], após uma tragédia em que quatro de suas flhas morreram em um acidente de navio, além de fundar a Colônia Americana, atualmente um bairro de Jerusalém.
  Em 8 de outubro de 1871, o Grande incêndio de Chicago devastou a cidade. Horatio era um advogado de sucesso em Chicago, que havia investido fortemente no mercado imobiliário. O incêndio destruiu quase todas as suas posses adquiridas com seu trabalho. Dois anos depois, em 1873, Spafford decidiu que sua família iria passar as férias em algum lugar da Europa, e escolheu a Inglaterra, sabendo que seu amigo D. L. Moody estaria pregando na região durante aquele outono. A necessidade de cuidar de seus negócios o fez levar sua família a viajar primeiro: sua esposa (Anna Tubena Larsen) e suas quatro filhas Anna (Annie), Margaret (Maggie), Elizabeth (Bessie), and Tanetta.
  Em 21 de novembro de 1873, enquanto elas atravessavam o Atlântico no navio a vapor Ville du Havre, o navio foi atingido por uma embarcação de ferro levando o Ville du Havre a pique e tirando a vida de 226 pessoas, incluindo todas as suas filhas. Spafford recebeu a fatídica notícia quando sua esposa (que sobreviveu à tragédia), ao chegar a salvo à Inglaterra, enviou o famoso telegrama com a mensagem “Saved alone” (“salva sozinha”, indicando assim que havia sido a única sobrevivente da família). Spafford então viajou à Inglaterra, passando pelo local da morte de suas filhas. De acordo com Bertha Spafford (filha nascida após a tragédia), o famoso hino Sou feliz teve sua letra composta durante esta viagem.
  Após o naufrágio do Ville du Havre, Anna deu à luz mais duas flhas e um filho. Em 11 de fevereiro de 1880, seu único filho, também chamado Horatio, morreu com quatro anos de idade, por escarlatina. Em agosto de 1881, os Spafford rumaram a Jerusalem liderando um grupo de treze adutos e três crianças, para fundar uma sociedade utópica nomeada Colônia Americana. Membros da colônia, juntos com cristãos suecos que posteriormente se uniram a eles, iniciaram um trabalho filantrópico entre o povo de Jerusalém, independentemente de religião, sem proselitismo. Com isso ganharam a confiança de comunidades muçulmanas, judias e cristãs do local. Durante e logo após a Primeira Guerra Mundial, a Colônia Americana (localizada na área da frente oriental da guerra) teve um papel fundamental no apoio a estas comunidades, trabalhando em hospitais, orfanatos e preparando refeições, dentre outras obras de caridade. Spafford faleceu em 16 de outubro de 1888, por malária, tendo sido enterrado em Jerusalém.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Horatio_Spafford

Published in: on 9 de junho de 2010 at 10:18 pm  Deixe um comentário  

Edwin Smith Ufford

  Edwin Smith Ufford nascido no dia 10 de Fevereiro de 1851, veio a falecer no dia 8 de Dezembro de 1929, em Union, Maine, cidade natal da sua esposa, onde se encontra enterrado em Appletown. Ufford frequentou a Academia Stratford em Connecticut e o Seminário Teológico Bates em Maine. Foi licenciado para pregar em 1878 pela Primeira Igreja Batista de Portland, estado de Maine, e foi consagrado no ano seguinte pela Primeira Igreja Batista de East Auburn, Maine. Continuou servindo nas igrejas batistas de Alna, em Maine e Canton, Dedham, Hingham, Winchendon, e Willimanset, no estado de Massachusetts.

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008_08_23_archive.html

Published in: on 9 de junho de 2010 at 10:14 pm  Deixe um comentário  

História do hino 579 – Olhando para Cristo

  O pastor João Filson Soren é autor deste belíssimo hino e um dos mais cantados no Brasil, escrito em1971. Diz ele: “Este hino eu tinha feito com uma letra para um retiro de jovens da PIB do Rio de Janeiro. Seria o hino oficial. Eles sempre me procuravam. E o irmão Souza Marques, que foi o 1º presidente da Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, ouviu aquilo e gostou muito. Numa reunião ele pediu que eu fizesse um hino oficial para a Ordem. Alterei um pouco a letra original e agora tem a letra que está no Hinário para o Culto Cristão.”. 

Fonte: http://ojubilo2.blogs.sapo.pt/4079.html, que cita Revista EDB Compromisso – 1998.

Published in: on 9 de junho de 2010 at 10:09 pm  Deixe um comentário  

História do hino 354 – Cada momento

  Em 1893, Henry Varley, um pregador leigo inglês, disse para o evangelista major Daniel Whittle: “Não gosto muito do hino Necessitado [hino 294] porque eu preciso de Cristo cada momento do dia.”. Depois de refletir sobre esse comentário, Whittle escreveu o texto deste hino. Deu-o para a sua filha May, uma excelente musicista, e ela compôs uma cativante melodia para ele. Em seguida, seu colega, o evangelista cantor Sankey, publicou-o nos Estados Unidos e na Inglaterra, primeiro em folheto, depois nos seus hinários. O notável pregador e escritor, o dr. Andrew Murray, adotou-o como seu hino predileto, pedindo a sua esposa para cantá-lo em quase todos os seus cultos na África do Sul.  O nome da melodia, WHITTLE, homenageia tanto ao pai como à filha que nos deram este hino inesquecível.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_370.htm, que cita Reynolds, William J., Companion to Baptist Hymnal, Nashivile, TN, Broadman Press, 1976, p. 269.

Published in: on 9 de junho de 2010 at 10:08 pm  Deixe um comentário  

História do hino 349 – Rica promessa

  Este bem conhecido cântico foi escrito pelo sr. Nathaniel Niles, residente em Morristone, Rhode Island, inspirado na preciosa promessa descrita em Salmos 32:8: “Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os Meus olhos.”. Por este motivo, o título original é Precious Promisse, que quer dizer “Promessa Preciosa”, e a frase principal da letra original, que se repete tanto nas estrofes quanto no estribilho [original], é “I will guide thee with Mine eye”, que significa “Guiar-te-ei com os Meus olhos”. Os versos foram compostos à margem de um jornal, num trem, certa manhã, ao dirigir-se ele para o trabalho, em 1835, tendo sido publicado posteriormente em Sunshine for Sunday Schools, em 1873. A melodia foi escrita por P. P. Bliss e publicada em seu livro “Gospel Hymns”. Logo depois foi publicado em “Sacraed Songs and Solos” na Inglaterra. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_386.htm

Published in: on 9 de junho de 2010 at 10:06 pm  Deixe um comentário  
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