Benjamin Rufino Duarte

  O rev. Benjamim Rufino Duarte (1874-1942) [28, 62, 476, 490, 509] nasceu na Ilha Brava, a mais ocidental entre as quinze ilhas do arquipélago de Cabo Verde, 640 KM ao oeste do Senegal (África). Este arquipélago foi descoberto pelos portugueses em 1460 e colonizadas por eles. Cabo Verde tornou-se província portuguesa em 1951 e republica independente em 1974. Infelizmente, não há mais informações disponíveis sobre este hinista no momento. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_103.htm

Published in: on 28 de maio de 2010 at 9:01 pm  Deixe um comentário  

Charlotte Elliot

  Charlote Elliot [266], uma das hinistas mais destacadas do séc. XIX nasceu em 1789. Foi membro de uma família de certa cultura e tradição ministerial (dois irmãos, um tio e um avô foram pastores). Mostrou seu talento poético desde cedo, escrevendo poesias humorísticas. Uma doença séria em 1821 deixou Charlotte inválida para o resto da sua vida. No ínicio, foi rebelde para com Deus. Queixou-se certa vez: “Se Deus me amasse, não teria me tratado desta maneira”. A visita do ilustre pastor e líder da hinologia francesa, H. A. César Malan, mudou sua vida. O Pastor perguntou a Charlotte se ela realmente tinha aceitado a Cristo. Ela se ressentiu com esta pergunta. Malan, prudentemente, não insistiu, mas disse; ”Não insisto em falar nisso, mas orarei para que você entregue o seu coração a Cristo e que se torne uma grande obreira em sua causa”. Duas semanas depois, Charlotte procurou aquele grande evangelista. Falou das suas frustrações e dos seus sentimentos:
– “Que devo fazer para ser crente?”, perguntou ao amigo.
– “Deve se entregar a Cristo, tal qual está”, veio a resposta.
– “Será que Deus me recebe, tal qual estou?”, perguntou Charlotte, pensando na sua rebeldia, seus temores, e no seu rancor.
– “Sim, tal qual está”, respondeu o dr. Milan.
  Charlotte fez isso e, dali em diante, dedicou sua vida a servir ao Senhor. Manteve uma correspondência com o dr. Malan por 40 anos, o que muito lhe ajudou a superar sua vida de sofrimentos físicos, e manter um grande ministério espiritual e humanitário. Ao todo, escreveu 150 hinos, que refletiam seu amor pela poesia e pela música. Escreveu muitos hinos especialmente procurando ajudar todas as pessoas que sofriam. Foram publicados em alguns hinários da época. De acordo com Julian, os versos de Charlotte Elliott “São caracterizados pela ternura de sentimentos, simplicidade melancolia, devoção profunda e ritmo perfeito. Para as pessoas sofrendo enfermidades e tristezas, ela canta como poucos.”.
  Em 1834, o irmão de Charlotte procurava organizar uma escola para filhas de pastores sem recursos. Todos ao seu redor se empenhavam a ajudá-lo. Charlotte também queria ajudar, mas, muito doente, era-lhe impossível. Em setembro de 1934 o muito conhecido pregador batista Mordecai Ham dirigiu uma campanha evangelistica de 11 semanas em Charlotte, Estado de Carolina do Norte, EUA. Para um certo jovem na multidão, religião era um estorvo. Assistiu à reunião sem querer. Enquanto escutava, entretanto, as palavras do pregador tocaram algo nele. Compreendeu que era verdade. Aquela noite, enquanto o coro cantava Tal Qual Estou, o jovem Billy entregou a sua vida a Cristo. Andou até a frente como profissão pública da sua nova fé. Muita gente associa “Tal Qual Estou” com o jovem que entregou a sua vida a Cristo em 1934. Billy Graham, talvez o mais conhecido evangelista da história, tem viajado ao redor do mundo nos seus esforços de trazer Cristo às nações. O cântico que o chamou para fazer a sua profissão pública tornou-se o hino apelo usado em cada Cruzada Billy Granham.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_278.htm

Published in: on 28 de maio de 2010 at 8:59 pm  Deixe um comentário  

História do hino 281 – Fonte divina

  Assim como muitos outros grandes e significativos cânticos da Igreja, este nasceu sob o sofrimento físico e mental do seu autor, William Cowper. Cowper foi física e mentalmente fraco através dos sessenta e nove anos de sua vida. Foi afligido com uma melancolia que o levou, em várias ocasiões, a tentar suicídio. Em quatro diferentes ocasiões, foi internado em hospícios. Em seus momentos de razão, entretanto. Cowper foi um dos maiores poetas da história inglesa.  O ex-negociante de escravos, rude e ativo marinheiro, John Newton e William Cowper, foram íntimos amigos. De fato, Newton provavelmente fez mais por Cowper em seus acessos de melancolia, que qualquer outro homem. Era habito dos dois levar a composição de um novo cântico para cada reunião semanal de oração que Newton realizava na cidade de Olney. Como resultado destas reuniões, uma coleção de cânticos sob o título: “The Olney Hymns”, foi publicada. Da coleção, uns sessenta e cinco cânticos estavam assinados com a inicial “c”, a assinatura de Cowper.
  Newton providenciou para Cowper uma casa perto do seu presbitério. Lá, Cowper trabalhava e comungava com a natureza – produzindo algumas das melhores obras poéticas da literatura inglesa. A melodia para este cântico é por muitos atribuída ao compositor Lowell Mason; outros também crêem que foi originalmente uma velha melodia americana chamada “Western Melody”. Foi provavelmente um cântico favorito nas reuniões campais. Mason foi um bancário em Savannah, Georgia, em seus primeiros anos. Mais tarde trabalhou com coros em Boston e estava sempre à procura de novas letras e melodias.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_202.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Published in: on 28 de maio de 2010 at 8:58 pm  Deixe um comentário  
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