Arabella Katherine Hankey

  Arabella Katherine Hankey [50] nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinqüenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral – cinqüenta anos depois de haver lecionado para elas.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_058.htm

Published in: on 25 de maio de 2010 at 8:49 pm  Deixe um comentário  

Frances Ridley Havergal

  Frances Ridley Havergal (1836-1879) [88, 92, 102, 193, 296, 383, 425, 452], filha do pastor anglicano William Havergal, músico e hinista. Aos três anos ela já sabia ler, aos quatro começou a memorizar os versículos da Bíblia, aos sete escrevia poesias, quando seus versos começaram a surgir nos periódicos religiosos ingleses. Apesar de nunca ter boa saúde, isto não impediu de obter sua educação fomal, aprender vários idiomas europeus, além do grego e hebraico, podendo ler tanto o Antigo como o Novo Testamento nas línguas originais. Sua extraordinária memória permitiu ainda decorar todo o Novo Testamento, os Salmos, Isaías, e os profetas menores. Aos 14 anos de idade teve uma profunda experiência com Deus. Descreveu com estas palavras: Ali mesmo entreguei minha alma ao Salvador, e desde este momento os céus e a terra me pareciam brilhantes. Todos os seus hinos refletem a alegria desta experiência de entrega e consagração. Seu dom não se restringia apenas na capacidade em escrever hinos, mas também compunha música. Seus temas foram fé, consagração e serviço e a segunda vinda de Cristo. Certa feita orou: Que as minhas mãos sempre se movam com presteza e com amor. Em outra oportunidade afirmou: que meus pés velozes corram ao serviço do Senhor. Foram orações totalmente sinceras da sua parte.
  Em agosto de 1878, Frances escreveu para uma amiga: “O Senhor me tem mostrado mais um passo, e, claro, tomei-o com deleite extremo”. Referia-se neste caso, à oração que havia escrito onde se lia: Minha prata e ouro toma. Por isso, tomou a decisão de encaminhar todos os seus ornamentos à Sociedade Missionária da Igreja, ficando apenas com duas peças, a saber, um medalhão com o único retrato da sobrinha e um broche que guardara como lembrança dos seus queridos pais. Ao todo foi encaminhado quase cinquenta peças. Como escreveu Edith Brock Mulholland no livro HCC-Notas Históricas, se os hinos contassem, “De tudo que compõe o nosso ser, talvez o mais difícil de consagrar dia após dia seja a nossa vontade. A vida de Frances Havergal demonstra que esta oração estava sempre nos seus lábios. Como Frances, somente conseguiremos consagrar ‘nosso ser inteiro quando nossa vontade estiver entregue ao nosso Senhor. Então descobriremos a boa, agradável e perfeita vontade de Deus’”. (Rm 12:2).
  Musicista nata, de personalidade agradável, Frances Havergal era possuidora de uma voz aprazível e bem treinada, o que levou a ser procurada como concertista. Com sua notável inteligência e extraordinária memória, teria sido muito natural ser atraída para uma carreira secular. Entretanto, toda a sua vida se caracterizou pela santidade espiritual. Foi chamada de a poetiza da consagração. Diziam que ela nunca escrevia uma única linha, sem que, primeiramente, ficasse em fervente oração. Depois disso, transferia os créditos da composição a Deus: Creio que Deus sugere um pensamento, e me sussurra uma ou duas linhas musicais, então eu olho para cima, agradeço alegremente a Deus e vou em frente. É assim que os hinos vem pra mim.
  Muitos dos livros de Frances Havergal, como ela era conhecida, tinham como tema preferido o prazer em confiar e servir ao Rei Jesus. “Como somos felizes em tê-lo como nosso Rei”, escreveu. Temos absoluta certeza de que Ele subjuga todas as coisas a Si próprio, ao Seu reino. Somos tão felizes em seguir a sua palavra e entregar tudo nas Suas mãos, pedindo que seja nosso Rei, para Ele que estabeleça seu trono de paz na nossa vida tumultuada e dividida, orando para que todos os nossos pensamentos sejam submetidos gentilmente à Sua vontade.
  Foi nesse clima que em 1878 ela escreveu “TRUEHEARTED, WHOLEHEARTED, FAITHFUL AND LOYAL” (Verdadeiro, sincero, fiel e leal), seremos a Ti, por Tua graça, Rei da nossa vida. Nessa época, Frances desconhecia que seu trabalho para o Rei, aqui neste mundo, estava chegando ao fim. No ano seguinte, a saúde dela ficou terrivelmente abalada. Tinha apenas 42 anos de idade e estava muito ocupada. Não era apenas o seu ministério como escritora que estava em plena atividade, mas ela também estava viajando muito, empenhada na promoção do cristianismo e trabalho missionário. Entretanto, ela tinha consciência da sua debilidade física. Num determinado domingo, em abril de 1878, quando caminhava para a igreja, Frances virou-se para a sua irmã e disse: Marie, cheguei à conclusão de que seria ótimo ir para o céu.
  Um mês mais tarde suas forças se esvairam. Quando o médico chegou ela o deixou atônito quando perguntou: “Acha que eu tenho uma chance de ir embora?” Seus parentes que estavam ao lado da cama ficaram perplexos com sua atitude. “Se eu estiver partindo, é bom que seja verdade”, dizia. Pouco tempo depois ela olhou para cima, sorrindo e afirmou: “Como é esplêndido estar à entrada das portas celestiais! Estou perdida em meio a tanta maravilha! Nem ao menos uma palavra, sequer, das Suas boas promessas, deixaram de se cumprir!”. Em seguida, Frances levantou o olhar e fixou firmemente, como que estivesse vendo o Senhor. Por um período de tempo que durou aproximadamente dez minutos, pudemos contemplar, como se fosse ao vivo, o encontro dela com O Rei, descreveu Maria, seu semblante era tão feliz, como se ela já estivesse conversando com Ele! Então, ela tentou cantar, porém, após uma doce e linda nota aguda – ELE … – a voz foi sumindo, ao mesmo tempo em que seu irmão orava ao Senhor, entregando sua alma nas mãos do Redentor, enquanto ela passava para a eternidade. 

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/10/hc153-soldados-de-cristo.html

Published in: on 25 de maio de 2010 at 8:47 pm  Deixe um comentário  

Annie Sherwood Hawks

  A srª Hawks [294] nasceu em Hoosick, Nova York, em 28 de maio de 1835. Durante sua longa residência em Brooklin, foi membro da “Herson Place Baptist Church,” onde por oito anos, o dr. Lowry foi pastor. “Necessitado” é o único dos muitos Hinos que ele escreveu, que tem sobrevivido. Morreu em Bennington, Vermount,a 3 de janeiro de 1918. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_394.htm

Published in: on 25 de maio de 2010 at 8:46 pm  Deixe um comentário  

História do hino 259 – A última hora

  Este hino foi escrito em 1911, de uma forma inesperada. Henriqueta Rosa Fernandes Braga conta que João Diener, o autor do hino, estava trabalhando na tecelagem e pensava na mensagem proferida pelo missionário pioneiro batista A. B. Deter no dia anterior. Seu trabalho tornou-se mecânico, enquanto aflorava em sua mente uma melodia nunca ouvida antes, mas muito clara. Repetiu a melodia várias vezes e, em sua casa, trabalhou a letra que surgira na fábrica. Durante um período de desemprego, Diener foi amparado pelo missionário Deter e sua família e continuava a morar com eles. Ele pediu a Edith, filha de 13 anos do missionário, que lhe auxiliasse ao piano, e na partitura, enquanto ele compunha “voz por voz” a harmonia desta linda melodia. João Diener cantou-a pela primeira vez na Igreja Batista do Alto da Serra, em São Paulo, num culto em que pregou o missionário William Buck Bagby.
  O pr. Francisco Cid, missionário da Junta de Missões Mundiais (da Convenção Batista Brasileira) na Argentina, escreve em O Jornal Batista uma história comovente da influência mais dramática deste hino:  “Certo domingo à tarde, vagueava um homem nas ruas da cidade de São Paulo. Depois de haver bebido durante o dia, se recostou para dormir num dos bancos da Praça Princesa Isabel, a mesma onde fica a primeira Igreja Batista. Passadas algumas horas, ele despertou. Já era noite. De longe lhe vinha aos ouvidos o cântico de um hino! E era seu hino! Lá na Igreja, o pastor havia terminado a pregação e anunciou o hino final do culto. O hino era A Última Hora. Este homem, separado da família e longe de Deus, ainda trôpego e um tanto ébrio, se levantou daquele lugar frio e de abandono e marchou em direção ao templo. Quando entrou, o pr. Tertuliano Cerqueira se aproximava da porta, e daquele homem desalinhado e com forte cheiro de bebida alcoólica o cumprimentou e disse: ‘…Que mensagem de Deus tem este hino!’
  O pastor lhe respondeu: ‘Eu sei que o compositor foi alguém inspirado por Deus.’ Diener lhe disse, então: ‘Eu escrevi esse hino!’. Em seguida, mostrou ao pastor a sua identificação. Depois, o pr. Tertuliano levou Diener à sua casa, ouviu sua comovedora história e a manifestação daquele coração, que naquela noite havia se arrependido. João Diener reconstruiu o seu lar, que estava desfeito, reconciliando-se com sua mulher. Voltou a cantar o seu hino, tornou-se outra vez regente do coro da igreja, e foi fiel ao Senhor até a sua partida, no ano 1963.”. 

Fonte http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_168.htm, que cita Cid, Francisco. A Última Hora, O Jornal Batista, Rio de janeiro, ANO XC, junho de 1990

Published in: on 25 de maio de 2010 at 8:44 pm  Deixe um comentário  
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