Amélia Matilda Hull

  Amélia Matilda Hull [195] nasceu no dia 30 de Setembro de 1812 e era a mais nova dos onze filhos de William Thomas e Harriot Hull, de Marpool Hall. Seu pai era um capitão militar aposentado. Pouca coisa se sabe da vida particular de Amélia, a não ser a história da sua conversão. Aliás, as circunstâncias daquele grande evento são tão cheias de interesse e tão inexplicavelmente ligadas ao surgimento deste amável hino, “Vida por um olhar”, que vale a pena conhecer a sua história.  Consta que Amélia ouviu o Evangelho pela primeira vez quando tinha vinte anos de idade. Um evangelista visitante armou a sua tenda próximo da casa de sua família e toda a vizinhança foi convidada a ouvir o Evangelho.
  Uma noite Amélia aventurou-se a ir. Esgueirou-se na parte de trás da tenda e ouviu com bastante atenção o Evangelho de Jesus Cristo. Seu coração ficou sobremodo abalado. Quando voltou para casa contou ao seu pai onde havia estado e ele ficou furioso. Disse-lhe que ela não devia associar-se com aqueles “crentes” e que aquelas reuniões não eram dignas de alguém de posição elevada como ela. Ao mesmo tempo, proibiu-a de voltar a assistir àquelas reuniões.
  Contudo, o coração de Amélia já havia recebido as gotas da água viva e ela estava sedenta por ouvir mais. Sentiu que devia voltar apesar da proibição imposta por seu pai e foi assistir à reunião seguinte. A mensagem foi baseada em João 3:14-15, onde o Senhor menciona o levantamento da serpente de metal no deserto e a cura que recebiam as pessoas que, mordidas pelas serpentes verdadeiras, levantassem o olhar para a serpente de metal. Naquela mesma noite Amélia olhou, pela fé, para o Cristo do Calvário e foi salva por toda a eternidade. 
  Quando regressou ao lar deparou com a fúria de seu pai. Este, com muita ira, levou-a até à biblioteca, onde repreendeu-a severamente pelo que fizera e ordenou-lhe que ali comparecesse novamente às 9 horas do dia seguinte a fim de apanhar de chicote. Amélia, muito perturbada retirou-se para seu quarto sentindo-se muito triste por ter causado dissabor a seu pai, mas ao mesmo tempo gozava profunda alegria pela salvação de Deus que inundara a sua alma.
  Pela manhã, pensando nos acontecimentos do dia anterior tudo quanto se passara naquela reunião e, sobretudo, a grandiosa mensagem que ouvira e que lhe trouxera paz, sentou-se e foi deixando extravasar sobre um pedaço de papel os sentimentos do seu coração. Assim que o relógio bateu 9 horas dirigiu-se à biblioteca levando consigo o referido pedaço de papel. Lá estava seu pai e, sobre a mesa, o chicote. Ela entrou, entregou ao pai o papel e ficou esperando. O capitão W. T. Hull ficou de pé e, enquanto lia a composição de Amélia, algo extraordinário aconteceu. Uma notável mudança. O pai de Amélia sentou-se e enfiou o rosto entre as mãos. Através da leitura daqueles versos Deus falou ao coração daquele homem fazendo-o sentir-se totalmente arrasado. Desapareceu de sua mente qualquer pensamento de bater em sua filha. Pelo contrário, naquela manhã, ali na biblioteca, o capitão Hull foi ao encontro do Salvador de Amélia. Daquele dia em diante foi efetuada uma grande transformação, não só na vida do capitão Hull, como também na vida de Marpool Hall. 

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_207.htm

Published in: on 21 de maio de 2010 at 8:13 pm  Deixe um comentário  

Lewis Edgar Jones

  Lewis Edgar Jones [89, 499] nasceu no dia 8 de fevereiro de 1865 em Yates, Illinois e faleceu no dia 1 de setembro de 1936 em Santa Barbara, California. Está enterrado no cemitério Altoona Walnut Grove no condado de Etowah, Alabama. Pseudônimos: Lewis Edgar, Edgar Lewis, Mary Slater. Foi companheiro de classe do evangelista Billy Sunday quando frequentou o Instituto Bíblico Moody. Quando se formou, foi trabalhar para a Associação Cristã de Moços (ACM), em Davenport, Iowa; Em Fort Worth no Texas (1915) e em Santa Barbara na California (1925). Escrever hinos era sua paixão.

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/09/hc133-no-rol-do-livro.html

Published in: on 21 de maio de 2010 at 8:12 pm  Deixe um comentário  

História do hino 175 – Minha aspiração

  “Realmente não é importante o que fizeres conosco, Senhor – simplesmente faz a Tua vontade nas nossas vidas.” Esta simples oração de entrega total de uma senhora idosa num culto de oração gravou-se no coração de Adelaide Addison Pollard. Adelaide tinha ido ao culto, naquela noite de 1902, muito desanimada, por causa de sérias dificuldades que estava enfrentando. Porém a oração daquela senhora, que não incluía petições por bênçãos, mas simplesmente pedia que Deus fizesse Sua vontade nas vidas de todos os presentes, mudou todos os seus pensamentos. Ao chegar em casa, meditou no trecho, de Jeremias 18:3-4: “E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas, como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.”
  Antes de deitar-se àquela noite, Adelaide completou as quatro estrofes do hino Minha aspiração. Baseando a estrofe 1 em Jeremias 18:1-6, ela incluiu, no original, a frase: “Tu és o oleiro, eu sou o barro”. As estrofes seguintes relembram Salmo 51:7, Mateus 28:18, e Gálatas 2:20, respectivamente.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_287.htm

Published in: on 21 de maio de 2010 at 8:09 pm  Deixe um comentário  

História do hino 160 – A fé contemplada

  Ricardo Pitrowsky, autor e tradutor de 29 dos hinos do Cantor Cristão, fala da base da sua tradução deste hino predileto dos batistas brasileiros:
  “Desde a minha juventude me impressionei com as promessas de Deus, e o seu cumprimento, recebido pela fé. Muitas destas promessas foram registradas na Bíblia, como as que Deus fez a Abraão (Gênesis 12:2,3, 22:16-18). Muitas outras experiências aconteceram fora da Bíblia, como as de George Mueller, que por mais de sessenta anos sustentou grandes orfanatos, pedindo e recebendo os recursos unicamente de Deus. Isto mostra que ainda hoje Deus responde orações baseadas na fé. Esta convicção me constrangeu a traduzir este hino, desde que não tínhamos qualquer hino que com ousadia proclamasse esta verdade.
  James Rowe escreveu a letra deste hino, com o título Faith Will Bring a Blessing (A Fé Trará Benção). Depois de receber esta alegre melodia de Bentley DeForest Ackley, o hino foi publicado pela primeira vez em 1912 por Excell, Biederwolf & Companheiros. Provavelmente Pitrowsky o conheceu no hinário World Evangel.   

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_260.htm

Published in: on 21 de maio de 2010 at 8:07 pm  Deixe um comentário  
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