Otis Pendleton Maddox

  Maddox (Otis Pendleton Maddox) [59], dos Estados Unidos, 1874. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1905, com 31 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro, passando a exercer o pastorado em diversas igrejas batistas, tendo se tornado também Secretário do Campo no Rio de Janeiro. Em 1917, com 43 anos de idade, mudou-se para Minas Gerais. Organizou a Convenção Batista Mineira. Algum tempo depois, fundou o Colégio Batista Mineiro, para o qual comprou uma enorme propriedade no alto da cidade, por intermédio de terceiros, para não despertar a ira da Igreja Católica. Foi Secretário Correspondente da Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira. Em 1945, com 71 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond, tendo de retornar aos Estados Unidos. Faleceu em 1955, com 81 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido 40 anos no Brasil e ter fundado o Colégio Batista Mineiro, além de ter organizado várias igrejas batistas.

Fonte: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3762&cat=Ensaios&vinda=S

Published in: on 16 de maio de 2010 at 7:47 pm  Deixe um comentário  

Civilla Durfee Martin

Civilla Durfee Martin (1866- 1948) [337, 344], nascida na província de Nova Scotia, no Canadá, por muitos anos foi professora da rede pública. Recebeu educação musical. Civilla, embora nunca tivesse boa saúde, colaborou com seu marido nas suas campanhas até a morte dele.

Bibliografia: Porto Filho, Manoel: História e Mensagem dos Hinos que Cantamos, Teresópolis, RJ, Casa Editora Evangélica, 1962, p 15-18 

http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_373.htm

Published in: on 16 de maio de 2010 at 7:46 pm  Deixe um comentário  

História do hino 398 – Sou feliz

Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):
  Quando Moody e eu realizávamos reuniões em Edinburgo, em 1874, ouvimos as tristes notícias do naufrágio do vapor francês “Ville de Havre”, em seu retorno da América, com grande número de membros do Concílio Ecumênico que havia sido realizado em Filadélfia. A bordo do vapor estava a srª Spafford, com seus quatro filhos. A colisão fora em alto mar com um grande navio, fazendo com que o vapor afundasse em meia hora. Quase todos a bordo morreram. A srª Spafford tirou seus filhos dos beliches e os levou para o convés. Tendo sido avisada de que o vapor em breve afundaria, ela ajoelhou-se com seus filhos em oração, pedindo a Deus que fossem salvos se possível, ou que se conformassem em morrer, se essa fosse a Sua vontade. Em poucos minutos o vapor imergiu para as profundezas do mar, e as crianças se perderam. Um dos marinheiros, chamado Lockurn, – com quem me encontrei mais tarde na Escócia – ao remar sobre o local onde desaparecera o vapor, descobriu a srª Spafford flutuando. Dez dias mais tarde ela desembarcou em Cardiff, Wales. De lá telegrafou ao marido, advogado em Chicago, a mensagem: “Salva sozinha”. O sr. Spafford, que era cristão, mandou emoldurar a mensagem, e pendurá-la em seu escritório. Embarcou imediatamente para a Inglaterra a fim de trazer a esposa de volta a Chicago. Moody abandonou suas reuniões em Edinburg e dirigiu-se a Liverpool para tentar confortar os pais, e ficou muito alegre ao ver que eles estavam dispostos a dizer: “Está bem, seja feita a vontade de Deus”.
  Em 1876, quando voltamos a Chicago para trabalhar, passei algumas semanas no lar dos Spaffords. Neste tempo o sr. Spafford escreveu o cântico: “Sou Feliz Com Jesus”, em memória de seus filhos. P. P. Bliss compôs a música a apresentou o cântico pela primeira vez em Farwell Hal“. O fato confortador em relação a este incidente foi que pouco antes da viagem para a Europa, as crianças se haviam convertido em uma de nossas pequenas reuniões no Norte de Chicago.
  Enquanto ainda viviam aí, o casal Spafford tornou-se muito impressionado com a Segunda volta de Cristo. O sr. Spafford foi tão zeloso que decidiu ir a Jerusalém com a esposa e a filha que lhes restava, e lá aguardar a volta de Jesus, mas morreu pouco depois. A srª Spafford é diretora de uma Sociedade cuja a sede esta num edifício fora de Jerusalém, onde um grande número de pessoas vive, tendo tudo em comum. Quando visitei Jerusalém, há alguns anos, encontrei-a na “Rua de Davi”. No dia seguinte recebi a visita da srª Spaffordd, que é muito popular entre os nativos e professora de um grande número de crianças, instruindo-as em literatura inglesa e costumes americanos.
  Sankey relata ainda o seguinte: “Este cântico foi ouvido por um cavalheiro que havia sofrido grande perda financeira no terror de 1899, e que estava no mais profundo desânimo. Quando ouviu a estória do cântico, exclamou: ‘Se Spafford pode escrever um tão belo cântico de resignação, eu jamais me lamentarei outra vez’.”

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_230.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Published in: on 16 de maio de 2010 at 7:41 pm  Deixe um comentário  

História do hino 135 – Louvor

  O pastor escocês, dr. William Panton Mackay, escreveu este hino em 1863 e o revisou em 1867. Baseou-se em dois textos: no Salmo 85:6 – “Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se alegre em ti?” e na oração de Habacuque: “Ouvi, SENHOR, a tua palavra, e temi; aviva, ó SENHOR, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.” (Habacuque 3:2). A última estrofe que diz: “Ó vem nos encher de celeste fervor…” expressa a oração que Mackay queria realçar. Entretanto, a forte expressão de louvor ao Deus Triúno permeia o hino todo. O estribilho “Aleluia! Toda a glória Te rendemos, sem fim, Aleluia! Tua graça imploramos, Amém!” vivifica a alma do crente, demonstrando a estreita relação entre o louvor e o aprofundamento espiritual. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_013.htm

Published in: on 16 de maio de 2010 at 7:39 pm  Deixe um comentário  
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