Samuel Wesley Martin

  A única informação disponível sobre Samuel Wesley Martin [188] é que ele nasceu em Plainsfield, Estado de Illinois, EUA, em 1839. Ele pode ter enviado, ou entregue seu hino a Sankey e o evangelista-solista-publicador reconheceu imediatamente o seu valor. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_325.htm

Published in: on 15 de maio de 2010 at 7:38 pm  Deixe um comentário  

W. C. Martin

  William Clark Martin [65] nasceu no dia 25 de Dezembro de 1864 em Hights¬town, New Jersey. Faleceu no dia 30 de Agosto de 1914 na cidade de Rialto na Florida onde se encontra enterrado no cemitério de Fort Myers. Martin foi pastor da Igreja Batista da Graça (antiga Cramer´s Hill), em Camden, New Jersey, entre 1891 e 1894; Igreja Batista Noank, em Noank, Connecticut (1894-1900); Igreja Batista da Graça em Somerville, Massachusetts próximo a Boston (quando chegou ali ficou registrado que ele era de “Bluffton, Indiana”); e a Primeira Igreja Batista em Ft. Myers, Florida, desde 1912 até sua morte. 

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/04/hc083-no-posso-explicar.html

Published in: on 15 de maio de 2010 at 7:37 pm  Deixe um comentário  

Albert Midlane

  O sr. Albert Midlane (1825-1909) [171, 522], nascido no dia 23 de janeiro de 1825, na Ilha de Wight, no sul da Inglaterra. Ele era o filho mais novo do casal James e Fanny Midlane. Ele teve a ventura de ter uma mãe profundamente espiritual e uma irmã devotada às coisas de Deus. Ele relembra os momentos em que sua mãe o levava para um lugar bem sossegado do seu quarto e fazia-o ajoelhar-se com ela, enquanto orava fervorosamente para que Deus derramasse as suas bênçãos em todas e quaisquer circunstâncias. Sua influência levou-o bem cedo a pensar profundamente na sua condição de pecador perante Deus. Assim, bem cedo, experimentou a bênção da salvação, numa reunião de oração dos professores da Escola Dominical, e, logo em seguida, foi batizado na Igreja Batista de Castlehold, em Newport.
  Aos 23 anos de idade, depois de muitos exercícios espirituais, congregou com um grupo de irmãos numa assembléia sem denominação. Trabalhou como empregado e, mais tarde, como empregador, ganhando a boa amizade dos seus empregados, por mais de 50 anos. Mas o principal interesse do sr. Albert Midlane estava nas coisas do Senhor. Deu muito do seu tempo no trabalho da Escola Dominical, pregando o Evangelho, dentro e fora, ao ar livre, e ensinando a Palavra de Deus. Desde cedo e até o fim, dedicou-se a este ministério e, três meses antes de sua morte, ainda foi visto, com 84 anos de idade, pregando ao ar livre, em Newport, perante uma multidão, falando-Ihes das coisas eternas.
  Além de tudo, Albert Midlane foi um talentoso escritor de hinos. Primeiramente, foi encorajado pelo seu professor da Escola Dominical e, depois, por um irmão chamado Thomas Binney, que residia próximo dele. Publicou cerca de 1.000 hinos e poesias durante a sua vida; o primeiro, quando tinha apenas 17 anos de idade, e o último, por ocasião do seu 84° aniversário. Muitos dos seus hinos foram escritos durante a sua meditação em redor das ruínas dum velho castelo, chamado Carisbrooks. Aqueles momentos de solidão deram-lhe ocasião para compor os mais belos hinos.
  Midlane amava muito as crianças e foi um exemplar professor da Escola Dominical. Compôs muitos hinos para serem cantados pelas crianças, tais como: Deus abençoa nossa Escola Dominical, O Brilhante Céu Azul, A ovelhinha que se desgarrou, etc. Mas o que ficou mais conhecido, mundialmente, foi: Jesus e as crianças. É muito lindo. Fala do Amigo, do Lar, do Descanso, do Cântico e das Bênçãos do Senhor. Infelizmente, não conheço o nome do tradutor para o português. A música é IN MEMORIAM, de John Stainer (1840-1901). 

Fonte: http://www.uniaonet.com/osemeador.htm

Published in: on 15 de maio de 2010 at 7:34 pm  Deixe um comentário  

História do hino 508 – Terra feliz

  Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos):
  “O sr. Bennett, autor deste cântico famoso no mundo inteiro, diz o seguinte a respeito de sua origem: Em 1861 fui residir na cidadezinha de Elkhorn, Wisconsin, terra do compositor J. P. Webster; dentro em pouco associei-me a ele na produção de músicas impressas em folhas soltas, e outros trabalhos musicais. No verão ou outono do ano de 1867 iniciamos o trabalho do “The Signet Ring”. Um dos cânticos escritos para aquele livro foi “Terra feliz’. O sr. Webster, como muitos outros músicos, tinha uma natureza excessivamente sensível e nervosa, e era sujeito a períodos de depressão, durante os quais, encarava a vida no seu lado escuro.
  Eu estava tão acostumado com suas peculiaridades que ao encontrá-lo, ao primeiro olhar poderia dizer se ele estava numa de suas fases de melancolia; descobri que poderia animá-lo e fazê-lo sair dessas fases dando-lhe uma nova melodia ou cântico com que se ocupar. Numa ocasião, ele veio ao meu local de trabalho, andou até a lareira, e virou-me as costas, sem falar. Eu estava escrevendo e lhe disse: -“Webster, que é que há?”
-“Nada, respondeu ele, tudo vai melhorar aos poucos” (by and by). A idéia veio-me à mente como um raio, e eu respondi:
– “Doce aos poucos! Será que isto não daria um bom cântico?” (O título do cântico em inglês é ‘Sweet By-and-by’, que traduzido literalmente seria ‘Doce aos Poucos’, ou ‘Suave aos Poucos).
– “Talvez desse”, retorquiu com indiferença.
  Rapidamente escrevi as três estrofes e o coro. Neste meio tempo, dois amigos, o sr. N.    H. Carswell e o sr. S. E. Bright, entraram. Entreguei o cântico ao sr. Webster. Ao lê-lo, seus olhos brilharam, e modificou-se sua atitude. Dirigindo-se a uma escrivaninha, começou a escrever notas rapidamente. Depois pediu ao sr. Bright que lhe alcançasse seu violino, e então tocou a melodia. Em poucos momentos mais havia escritos as notas para quatro vozes.
  Creio que não se passaram mais do que trinta minutos desde a hora que tomei minha pena para escrever as palavras, até a hora em que os dois cavalheiros, o sr. Webster e eu estávamos entoando o cântico, como apareceu em ‘The Signet Ring’. Enquanto cantávamos, o sr. R. R. Crosby entrou. Após ouvir por um pouco de tempo, disse com lágrimas nos olhos: – ‘Este cântico será imortal’. Creio que foi logo usado em público, pois, em duas semanas, crianças já o cantavam nas ruas.”
  No ano seguinte os editores de ‘The Signet Ring’ distribuíram um grande número de circulares, anunciando o novo hinário, nas quais havia seleções dos cânticos, entre elas, Terra Feliz. Estas circulares tornaram este cântico logo apreciado pelo público, estimulando a aquisição do hinário. Perto do fim do ano o cântico foi publicado em folhas soltas. Agora pode ser encontrado em várias compilações de músicas, na América, e diz um jornal: ‘foi traduzido para inúmeras línguas estrangeiras, e é cantado em toda a parte debaixo do sol’. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_572.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista.

Published in: on 15 de maio de 2010 at 7:31 pm  Deixe um comentário  

História do hino 132 – Ebenézer

  O autor deste hino, Robert Robinson, nascido em 1735, descendia de família humilde. Com a idade de 14 anos foi mandado a Londres, por sua mãe viúva, para aprender o ofício de barbeiro. Seu instrutor descobriu que ele era mais dado à leitura do que à profissão. Enquanto em Londres, assistiu a reuniões realizadas pelo grande evangelista George Whitefield, converteu-se e começou a estudar para o ministério. Nos últimos anos de sua vida tornou-se leviano, mas certa ocasião, enquanto viajava para outra cidade, encontrou uma senhora que fez com que se lembrasse de seus conhecimentos de religião. Ela acabara de ler esse hino e pediu sua opinião sobre ele, após contar-lhe das bênçãos que lhe trouxera ao coração. Ele procurou esquivar-se mudando de assunto, mas a senhora, que não sabia com quem estava falando, voltou logo ao hino, expressando sua grande admiração por ele. Robinson tão agitado ficou que não tinha mais forças para controlar sua emoção e disse: “Senhora, eu sou o pobre infeliz que compôs esse hino muitos anos atrás, e daria mil dólares, se os tivesse, para gozar dos mesmos sentimentos que eu tinha então.” 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_214.htm

Published in: on 15 de maio de 2010 at 7:30 pm  Deixe um comentário  

História do hino 371 – Rocha eterna

  Este hino de louvor e oração a Cristo, a “Rocha Eterna”, que morreu por nós, cujo sangue nos lava, e que oferece “perdão, pureza e salvação”, é um dos hinos mais difundidos e amados no mundo inteiro. Era o costume de Augustus Toplady escrever hinos para sua congregação cantar após o seu sermão. Este hino foi registrado depois do seu sermão sobre Gênesis 12:5. O tema principal da vida deste pastor anglicano era a suficiência da morte de Cristo para a nossa salvação. Toplay queria que todos entendessem bem que “nem trabalho, nem penar” contribuem para a nossa salvação, e que “nada eu tenho a te ofertar”; quem simplesmente crer nEle subirá para o céu e verá Seu rosto em glória!
  Há diversas histórias sobre a inspiração da frase “Rocha Eterna”, mas uma pesquisa cuidadosa revela a mais provável. No prefácio do hinário Hymns on the Lord’s Supper (Hinos sobre a Ceia do Senhor), publicado por Charles Wesley em 1745, foram citadas algumas linhas de um sermão intitulado O Sacramento e Sacrifício do Cristão pelo dr. Daniel Brevint:
  “Não deixe que meu coração arda com menos zelo, para segui-lO e servi-lO agora enquanto o pão está quebrado na mesa, do que ardiam os corações dos Teus discípulos quando quebraste o pão em Emaús, Ó Rocha de Israel, Rocha de Salvação, Rocha ferida e partida por mim.(…) Não deixe que minha alma tenha menos sede do que se eu estivesse com [Teu povo] no Monte Horebe, onde jorrou o santo sangue das feridas do meu Salvador.”
   A grande semelhança de fraseologia de Toplady no original dá crédito a esta posição, Toplady publicou uma estrofe deste hino em 1775, em The Gospel Magazine (A Revista do Evangelho), da qual era editor, juntamente com um artigo intitulado A Vida é uma Viagem. Depois de apresentar uma série de perguntas e respostas que demonstravam que a Inglaterra jamais poderia pagar sua dívida nacional, comparou isso com o homem e seus pecados. Calculou quantos pecados um homem poderia cometer até certas idades – até 20 anos, 30, 40, etc. Chegando aos 80, o total seria de 2.522.890.000.Então apresentou a única solução, a que Cristo oferece, citando Gálatas 3.13: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;”.(…) “Isto, não somente contrabalançará, mas infinitamente sobrebalançará todos os pecados de todo o mundo que crê.”
  A poesia completa de quatro estrofes apareceu na mesma revista, em março de 1776. Este hino tem sido o consolo de pessoas em todos os continentes. Albert, o príncipe-Consorte da rainha Vitória, recebeu grande consolação dele e pediu que fosse cantado no seu culto fúnebre. Foi cantado nos funerais do primeiro ministro da Grã-Bretanha, William Gladstone. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_195.htm, que cita Gospel Magazine, março de 1776, in: Julianm John, A Dictionary of Hymnology, Dover Edition,New York, Dover Publications, 1957

Published in: on 15 de maio de 2010 at 7:22 pm  Deixe um comentário  
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