Justus Henry Nelson

  Justus Henry Nelson (J.H.N.) [5, 26, 60, 90, 132, 134, 284, 326, 346, 365, 377, 415, 481, 484] nasceu em 1849 no Estado de Winsconsin, EUA, trabalhou aproximadamente 45 anos na Amazônia. Preparou-se para o trabalho missionário na Faculdade de Lawrence no seu Estado e na Faculdade de Teologia da Universidade de Boston, Massachusetts. Em 1879 iniciou seu trabalho missionário, chegando à Missão da Igreja Metodista Episcopal. Enquanto aguardava, preparou-se como enfermeiro e dentista, para melhor atender às necessidades do povo que vivia nos locais para onde seria destinado. No dia 19 de Junho de 1880 desembarcou, juntamente com sua esposa, no porto de Belém do Pará.
  Nelson desligou-se da sua missão e trabalhou independentemente a maior parte do tempo em que esteve aqui no Brasil. Fundou o periódico “O Apologista Christão”. Foi redator e escritor, elaborando muitos artigos apologéticos. Traduziu muitos sermões de John Wesley. Escreveu artigos para “A Bíblia” e “O Christão.” Justus Nelson traduziu vários hinos e artigos que foram enviados para serem publicados em outras publicações evangélicas.
  Sua ousadia provocou hostilidades e perseguições. Sua primeira escola foi completamente destruída em razão de um incêndio provocado. Foi preso em 1892, ficando detido por três meses e meio. A febre amarela levou dois dos seus colaboradores mais chegados, seu irmão John e uma professora. Quase também não resistiu e morreu. A implantação de igrejas, educação, trabalho social e hinologia, são apenas algumas áreas em que Justus Nelson desenvolvia seu trabalho, e será sempre lembrado por sua extrema dedicação e zelo, além de cuidar do aspecto espiritual do povo.
  Morreu de pneumonia viral em Portland, EUA, aos 86 anos de idade, em 6 de fevereiro de 1937. Sua contribuição para a hinodia evangélica brasileira é inegável. Além de traduzir diversos hinos, produziu, ele mesmo, vários textos e melodias. Seus hinos estão entre os mais cantados e queridos do país e fazem parte de vários hinários. 

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/06/hc091-nvea-luz.html

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Published in: on 13 de maio de 2010 at 7:07 pm  Deixe um comentário  

John Newton

  John Newton (Londres, 24 de Julho de 1725 — 21 de Dezembro de 1807) [70 [3 primeiras estrofes], 139] foi um clérigo Anglicano, e convertido traficante de escravos. Foi autor de muitos hinos incluindo Amazing Grace. John Newton nasceu em Wapping, Londres, em 1725, filho de John Newton, um capitão de navio a serviço no Mediterrâneo, e Elizabeth Newton (née Seatclife), uma Cristã Não-conformista. Sua mãe morreu de tuberculose quando ele tinha apenas 6 anos.
  Depois de um curto tempo na Marinha Real, John Newton iniciou sua carreira como traficante de escravos. Certo dia, durante uma de suas viagens, o navio de Newton foi fortemente afetado por uma tempestade. Momentos depois que ele deixou o convés o marinheiro que tomou o seu lugar foi jogado ao mar, por isso ele próprio guiou a embarcação pela tempestade. Mais tarde ele comentou que durante a tempestade ele sentiu quão frágil e desamparado eles estavam e concluiu que somente a Graça de Deus poderia salvá-los naquele momento. Incentivado por esse acontecimento e pelo que havia lido no livro, Imitação de Cristo de Tomás de Kempis, ele resolveu abandonar o tráfico de escravos e tornou-se cristão, o que o levou a compor a canção Amazing Grace 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Newton

Published in: on 13 de maio de 2010 at 7:05 pm  Deixe um comentário  

História do hino 401 – Eu sou de Jesus

  Este é um hino de abundante alegria. Seu autor, James Rowe, descreve a tristeza e o sofrimento que havia em sua vida antes de conhecer a Jesus, e o abismo fatal em que o mundo o atirara. Mas o tema mesmo do hino é a sua alegria veraz, sua razão de constantemente bendizer a seu Deus. Toda a pessoa que é de Jesus pode cantar este hino. Ter Cristo como Salvador e Senhor da vida é causa de verdadeira alegria, dá indestrutível contentamento e cria um desejo de “andar e viver” com Ele, de “não falhar” e de “falar sempre” dEle. O evangelista-cantor Homer Rodeheaver publicou este hino do feliz testemunho de James Rowe em uma das suas coletâneas em 1913. Deve ter cantado o hino muitas vezes como solo nas conferências em que ele foi diretor de música. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_221.htm, que cita Sankey, Ira D., My Life and Story of the Gospel Hymns, Philadelphia, PA, P.W. Zieger Co.,1906, p. 279.

Published in: on 13 de maio de 2010 at 7:02 pm  Deixe um comentário  

História do hino 108 – Chamada final

  O silêncio o perturbou. Tomava parte numa reunião da mocidade da Pine Street Church, uma modesta igreja metodista no Estado de Pensilvânia, EUA. No início do programa daquela noite foi feita a chamada, e cada pessoa, ao ouvir o seu nome, em vez de responder “presente”, recitava um versículo bíblico. Noventa e oito jovens já haviam respondido, mas o número 99 não se pronunciou. O professor James Milton Black levantou-se e, pela terceira vez chamou aquele nome. Conhecia bem a menina, pois ele mesmo algum tempo atrás a convidara a freqüentar a igreja. Pertencia a uma família muito pobre, cujo pai gastava tudo que ganhava em bebidas. O fato da menina não ter respondido à chamada impressionou grandemente o Prof. Black. Naquela noite, voltando para casa, ele pensou: “E se ela nunca mais responder, que acontecerá?” Sob a impressão desta dúvida, naquela mesma noite, ele escreveu:
“Quando Cristo a trombeta lá do céu mandar tocar
Quando o dia mui glorioso lá romper,
E aos remidos desta terra meu Jesus Se incorporar,
E fizer-se então chamada lá estarei.”
  Mais quinze minutos e ele escreveu mais duas estrofes. Ao terminar a poesia, foi ao piano e escreveu a música nota por nota, exatamente como nós a conhecemos hoje.
Mais tarde, Black verificou que aquela menina não estivera presente à reunião porque se achava gravemente enferma, vindo a falecer depois.
  Assim Bill Ichter nos conta a história deste hino no Volume 2 da série Se os hinos Falassem. O hino apareceu pela primeira vez em 1892, no hinário Songs of the Savior’s Love (Cânticos do Amor do Salvador), embora o copyright de Black tenha a data de 1893. O nome da melodia, ROLL CALL (Chamada) foi escolhido pela comissão do Baptist Hymnal (Hinário Batista) de 1956, lembrado a chamada para a qual todo crente tem certeza que vai responder: “Presente”! 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_434.htm, que cita Mesquita, Antônio N, de. História dos Batistas do Brasil de 1907 até 1945, Rio de janeiro, Casa Publicadora Batista (JUERP), 1962, p. 247.

Published in: on 13 de maio de 2010 at 6:56 pm  Deixe um comentário  
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