Johnson Oatman Jr

  Johnson Oatman Jr [81, 285, 329, 430] nasceu em: 21 de Abril de 1856, perto de Medford, New Jersey. Faleceu em: 25 de Setembro de 1922, Norman-Oklahoma. Enterrado em: Mt. Holly-New Jersey. Oatman frequentou a Herbert’s Academy em Vincentown, New Jersey, e também o New Jersey Collegiate Institute em Bordentown. Foi ordenado ministro evangélico na igreja Metodista Episcopal, porém a sua atuação pastoral restringiu-se às igrejas locais, já que ele trabalhava em tempo integral no ramo mercantil e para uma empresa de seguros.
  Sua grande contribuição, porém, não se deu na área ministerial e sim na elaboração de textos para os hinos, os quais sempre foram procurados pelos compositores e publicadores mais conhecidos da sua época, como John J. Sweney, William Kirkpatrick, Charles Gabriel, Excell e outros.
  Quando menino, costumava sentar-se ao lado do seu pai, Johnson Oatman Senior, na igreja, porque seu pai tinha uma bela e possante voz. Era cohecido como o melhor cantor do estado! “O filho ficava em pé em cima do banco, olhando o hinário junto com o pai”. Certamente Johnson Junior herdou dele o amor à música e, talvez, foi pensando nele que este menino mais tarde escreveria aproximadamente duzentos hinos por ano, por mais de 25 anos consecutivos, num total de mais de 5000 textos durante sua vida, número somente superado por Fanny Crosby e Charles Wesley! 

Fonte: http://sites.google.com/site/vieirademelo/johnsonoatman,jr

Published in: on 12 de maio de 2010 at 6:54 pm  Deixe um comentário  

William Augustus Ogden

  William Augustine Ogden (1841-1897) [198], nascido no condado de Franklin, Estado de Ohio, EUA, Ogden recebeu seus primeiros estudos de música na Escola Comunitária de Música. Depois de servir na Trigésima Infantaria de Indiana durante a Guerra Civil, pôde voltar a estudar música com os mestres Lowell Mason e Thomas Hastings. Homem de grande capacidade, tornou-se muito conhecido como professor de Música nas escolas normais e regente de convenções de Música. Em 1887, aceitou o posto de supervisor de música para as escolas da rede oficial na cidade de Toledo, no seu estado natal, cargo que ocupou até sua morte. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_199.htm

Published in: on 12 de maio de 2010 at 6:53 pm  Deixe um comentário  

História do hino 406 – Confiar em Cristo

  Num lindo dia de sol, Louisa, seu marido e sua filha Lily, de quatro anos, decidiram desfrutar umas horas na praia no Estreito de Long Island em Nova Iorque. Estavam se deleitando no seu lanche de piquenique quando ouviram uns gritos; “Socorro! Socorro”. Viram um rapaz se afogando na maré. O Senhor Stead pulou na água, e apressou-se para salvar o rapaz. Infelizmente, como às vezes acontece, o rapaz puxou o seu livrador para baixo da superfície e os dois morreram, diante dos olhos da esposa e filha.
  Acredita-se que foi depois desta experiência trágica que Louisa Stead escreveu este hino. Como o pai do menino possesso do demônio, que os discípulos não conseguiam exorcizar (Marcos 9:14-29), ela clamava a seu Salvador: “Cristo! Cristo! Eu confio – faze minha fé crescer!”
  Deus supriu conforto e vitória a Louisa Stead. Pouco tempo depois, ela foi como missionária para África do Sul, onde trabalhou diligentemente por 15 anos, até que sua saúde forçou-a a voltar por um tempo aos Estados Unidos. Depois de um período de recuperação, voltou a trabalhar lá por mais 10 anos antes da sua aposentadoria.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_271.htm, que cita Weinandt, Elwyn A.and Robert H. Young, The Anthem in England and America, New York, The Free Press, 1970, p.309

Published in: on 12 de maio de 2010 at 6:50 pm  Deixe um comentário  

História do hino 97 – Jesus veio aqui

  Billy Graham conta a seguinte história, no livro Crusader Hymns and Hymn Stories (Hinos da Cruzada [Evangelística] e Histórias de Hinos):
  “Este hino foi composto bem perto de minha casa, nas montanhas da Carolina do Norte. No verão de 1915, o famoso evangelista dr. J. Wilbur Chapman estava pregando na conferência Presbiteriana em Montreat. Com ele estava o líder de louvor Charles M. Alexander, o solista Albert Brown e seu pianista, Henry Barraclough. Barraclough, o autor deste hino, era um inglês de 24 anos; ele havia encontrado Chapman no ano anterior, durante uma missão evangelística de Chapman na Inglaterra. Durante a conferência, o evangelista falou certa noite sobre o Salmo 45 (em 1893, Chapman havia escrito um livro chamado Palácios de Marfim do Rei. Ele acreditava, como eu também acredito, que este era um salmo profético, um salmo messiânico, que fala do relacionamento de Cristo, o noivo, com sua noiva, a Igreja. Depois do culto vespertino, “Charlie” Alexander e Henry Barraclough deram carona a alguns amigos até o Hotel Blue Ridge, da Associação Cristã de Moços, a alguns quilômetros de distância. Assentado no banco dianteiro do carro, o jovem Barraclough pensava sobre a mensagem e as frases do refrão começaram a formar-se em sua mente. Quando eles pararam em uma pequena loja, ele rapidamente as escreveu em um “cartão de visitas” – o único papel disponível. Retornando ao hotel da conferência, ele trabalhou nas três primeiras estrofes, utilizando o esboço da mensagem de Chapman. Na manhã seguinte, a sra. Alexander e o sr. Brown cantaram o novo hino na sessão da conferência. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_052.htm, que cita Barrows, Cliff, e Hustad, Donald – Crusader Hymns and Hymn Stories, Special Crusade Edition, p. 25, Minneapolis, Minnesota: The Billy Graham Evangelistic Association, 1967.

Published in: on 12 de maio de 2010 at 6:48 pm  Deixe um comentário  
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