Arthur Tappan Pierson

  Arthur Tappan Pierson [189] nasceu no dia 6 de março de 1837, em Manhattan, New York. Faleceu no dia 3 de junho de 1911, Brooklyn, New York. Está enterrado no cemitério Greenwood, Brooklyn, New York. Frequentou a Faculdade Hamilton e o Seminário Teológico Union. Em 1860, casou-se com Sarah Frances Benedict. Tiveram cinco filhos. Todos se converteram antes dos 15 anos de idade e depois de adultos serviram como missionários, pastores, ou líderes. Foi pastor em Binghamton e Waterford, New York; Detroit, Michigan; Indianapolis, Indiana; e Philadelphia, Pennsylvania. Depois de aposentado continuou pregando em igrejas, conferências, casas e adjacências. Foi contemporâneo de diversos líderes, dentre eles: Dwight Moody, Adoniram Gordon, George Mueller (cuja biografia foi o escritor), e Charles Spurgeon. Durante a última doença de Spurgeon, Pierson assumiu o púlpito do Tabernáculo Metropolitano por diversos meses.
  Arthur Tappan Pierson, pastor, editor, escritor e mestre fiel da Palavra, foi também um líder entusiástico de missões. Foi um dos editores-consultores da Bíblia de Referência de Scofield. Durante o seu ministério, A.T. Pierson dedicou-se diligentemente a atividades evangelísticas e do ensino da Palavra. De sua pena saíram diversos volumes de estudos bíblicos e sermões, tendo escrito também sobre vida cristã e vários livros sobre missões. Chaves para o Estudo da Palavra é uma de suas importantes contribuições para a Igreja. 

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/12/hc086-satisfeito-com-cristo.html e http://www. tesouroaberto.com.br/eta/publicacoes_interna.aspx?id=43

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Published in: on 10 de maio de 2010 at 6:41 pm  Deixe um comentário  

Adelaide Addison Pollard

  Adelaide Addison Pollard [175] nasceu Sarah Addison Pollard, em 27 de novembro de 1862, em Bloomfield, Estado de Iowa, EUA. Mais tarde adotou o nome de Adelaide. Formando-se em oratória e cultura física na Escola de Oratória de Boston, estado de Massachusetts, mudou-se para Chicago e ensinou em algumas escolas femininas. Embora fosse de um lar fortemente presbiteriano, na sua busca de saúde (era diabética) e bem estar espiritual, Adelaide tomou parte em alguns movimentos considerados extremistas. Adelaide procurou ir, sem sucesso, como missionária para a África, e ensinou alguns anos numa escola de missões em Nyack, estado de Nova Iorque. Logo antes da Primeira Guerra Mundial, conseguiu, com a idade de 60 anos, passar alguns meses numa missão na África, mas a guerra forçou sua transferência para a Escócia, onde permaneceu até 1929. Voltando para os Estados Unidos, continuou o seu ministério evangelístico pelo nordeste. Sempre com saúde precária, voltava para casa de quando em quando para se recuperar. Foi um ataque durante uma viagem que a forçou a parar, uma semana antes da sua morte, em 20 de dezembro de 1934, com 72 anos de idade. Adelaide escreveu muita prosa e numerosos hinos, mas raramente assinou seus escritos. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_287.htm

Published in: on 10 de maio de 2010 at 6:39 pm  Deixe um comentário  

História do hino 60 – Coroai

  As quatro estrofes existentes hoje (das oito originais) exortam a todos os arcanjos, escolhidos, perdoados, tribos raças e nações a coroá-lo. Nas outras estrofes originais também as estrelas da manhã, os serafins, os mártires e os herdeiros da linha de Davi foram convocados a entronizá-lo. O que quer dizer entronizar Cristo como Rei? Entronizar Cristo quer dizer “fazer dele o foco de todo pensamento, da ação, e da esperança; a considerar nada completo sem ele. Quer dizer aceitar o fato que Cristo não somente convoca a fé dos homens, mas é fiel a eles. Cristo se colocou às ordens do homem, sofreu e morreu. Até no momento da sua coroação, (…) [foi chamado de Cordeiro]. ‘Aleluia! O reino deste mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e reinará pelos séculos dos séculos’. Qual a verdade humana, qual a realização ou esperança que pode ser completa sem se tomar conhecimento deste fato?”.
  Edward Perronet publicou a primeira estrofe deste magnífico hino na Revista do Evangelho, de Toplady (autor de Rocha Eterna), em 1779, e as oito estrofes na mesma revista em 1780. Muitas vezes revisado e alterado, o hino aparece hoje com três das estofes de Perronet e a última estrofe de John Rippon, adicionada em 1787.
  Uma das histórias mais dramáticas descrevendo a maneira que Deus tem usado este magnífico hino vem da Índia, contado pelo missionário E. P. Scott. Na sua missão na Índia, Scott desejava evangelizar certa tribo no interior. Foi prevenido que não deveria se aproximar desta etnia por ser ela muito feroz. Mesmo assim, na convicção que Deus estava lhe mandando, Scott entrou na região com muita coragem. Quando, por fim, alcançou a região montanhosa, encontrou-se com um grupo destes selvagens. Imediatamente, cercaram-no, apontando as suas lanças para ele com olhares malévolos. Não havia nada nas mãos de Scott além do seu violino. Então, fechando os olhos, começou a tocar e cantar Saudai o Nome de Jesus. Quando terminou, e abriu os seus olhos, esperava ser morto imediatamente. Com suas lanças caídas, [os selvagens] receberam-no primeiro com curiosidade e interesse, e então mais tarde com avidez, enquanto [o missionário] contou-lhes o evangelho, e ganhou as suas almas para Jesus Cristo.
  James Ellor (1819-1899) compôs a melodia DIADEM (Diadema) em 1838 para o aniversário da escola dominical da sua igreja. Neste tempo Ellor, com dezenove anos e chapeleiro por profissão, era diretor da Capela Weswleyana na vila de Drousden, perto de Manchester , na Inglaterra. DIADEM é uma das três melodias mais conhecidas e usadas com a letra de Perronet, e o seu uso se alastrou pelo mundo. A autora deste livro de notas históricas ouviu o testemunho de uma missionária às tribos vietnamitas, de que os crentes de uma das tribos gostavam de cantar o hino com esta melodia a quatro vozes. O amor do mundo cristão ao hino com esta melodia é demonstrado por seu uso contínuo na Aliança Batista Mundial. “Aqueles que assistiram a reunião da ABM no Rio de Janeiro em 1960 lembrarão por muito a alegria da sessão final no estádio do Maracanã onde duzentas mil pessoas se uniram para cantar este hino com esta melodia.” 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_071.htm, que cita Reynolds, William J., Companion to Baptist Hymnal, Nashiville, TN, Broadman Press, 1976

Published in: on 10 de maio de 2010 at 6:37 pm  Deixe um comentário  

História do hino 50 – A velha história

  A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado A Velha História, escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinqüenta estrofes, intitulada A história desejada, com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada A história contada, com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema. Ela conta: “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”.
  Sobre a música, Doane escreveu: “Em 1867 eu estava assistindo à Convenção Internacional da Associação Cristã de Moços, em Montreal. Entre os presentes estava o major general Russell, comandante da forças inglesas no levante Feniano. Ele se levantou na reunião e leu as palavras deste cântico de uma folha de papel almaço: lagrimas rolaram-lhe pelas faces bronzeadas. Escrevi a música para o cântico numa tarde de calor, viajando numa diligencia entre “Glen Falls House” e “Grawford House” nas Montanhas Brancas. Nessa mesma tarde cantamo-lo na sala de visitas do hotel, Nós o achamos lindo, embora não pudéssemos antever a popularidade que lhe seria atribuída posteriormente.” 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_058.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Published in: on 10 de maio de 2010 at 6:36 pm  Deixe um comentário  
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