Almeida Sobrinho

  Almeida Sobrinho [221, 224] foi o primeiro editor pentecostal. Editou dois números de A Voz da Verdade. A imprensa sempre foi um dos recursos usados pela Assembléia de Deus do Brasil na evangelização. Em 1917, foi publicado o primeiro jornal: A Voz da Verdade. Dirigido pelo pr. Almeida Sobrinho e pelo irmão João Trigueiro. Na primeira edição trouxe a matéria de capa: Jesus é quem batiza no Espírito Santo e fogo. Depois de algum tempo, deu lugar ao Boa Semente.

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/03/hc024-poder-pentecostal.html

Published in: on 3 de maio de 2010 at 11:25 pm  Deixe um comentário  

Edgar Page Stites

  Edgar Page Stites [348, 481] nasceu no dia 22 de Março de 1836 em Cape May, New Jersey e faleceu no dia 9 de Janeiro de 1921 em Cape May, New Jersey, onde se encontra enterrado na Igreja Presbiteriana de Cold Spring. Depois de servir na guerra civil americana em Philadelphia, Pennsylvania, Stites tornou-se piloto de embarcação no rio Delaware. Pertenceu à Primeira Igreja Metodista em Cape May, New Jersey, durante 60 anos e frequentemente participava da Reunião Anual Metodista em Ocean Grove, New Jersey. Foi missionário no território de Dakota por algum tempo. A famosa hinista Eliza Hewitt era sua prima. 

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/05/hc084-o-grande-eu-sou.html

Published in: on 3 de maio de 2010 at 1:24 pm  Deixe um comentário  

História do hino 39 – A ovelha perdida

  Ira D. Sankey foi o inseparável companheiro de D. L. Moody nas grandes excursões evangelísticas através dos Estados Unidos e em terras estrangeiras. Foi enquanto Moody e Sankey estavam viajando de Glasgow, Escócia, para Edimburgo que Sankey descobriu as palavras para este cântico num jornal que havia comprado justamente antes de tomar o trem. Sankey conta que ficou tão ‘impressionado com estas palavras que as recortou do jornal e tentou cativar a atenção de Moody, lendo-as para ele. Moody, no entanto, estava tão compenetrado na leitura de sua correspondência, que nem notou a maneira comovente que Sankey lia. Sankey continua a contar:
  “Na reunião da tarde, no segundo dia, (em Edimburgo), realizada no Free Assembly Hall, o assunto apresentado pelo sr. Moody e outros oradores foi ‘O Bom Pastor’. Quando o sr. Moody terminou de falar, chamou o dr. Bonar para dizer algumas palavras… Em conclusão às palavras do dr. Bonar o Sr. Moody voltou-se para mim com a pergunta: – ‘Tem você um solo apropriado para este assunto?’ Eu não tinha nada apropriado em mente, e estava muito preocupado, sem saber o que fazer… Neste momento pareceu-me ouvir uma voz dizendo: ‘use o cântico que você encontrou no trem!’ Pensei que isso seria impossível, pois, nenhuma música havia sido escrita para ele. Novamente a impressão veio sobre mim de que deveria cantar as belas e apropriadas palavras que havia encontrado no dia anterior, e colocando o pequeno pedaço de jornal no órgão, diante de mim, elevei minha mente em oração, pedindo a Deus que me ajudasse a cantar para que o povo pudesse ouvir e entender. Pondo minhas mãos no órgão toquei no tom de lá bemol e comecei a cantar. Nota por nota, a melodia foi tirada, e não foi mudada daquele dia até hoje. Quando o cântico cessou, um grande suspiro pareceu vir da assistência e percebi que o cântico havia alcançado os corações do auditório escocês.”
  Pouco tempo depois, o Sr. Sankey recebeu uma carta de uma senhora que havia assistido a reunião, informando-lhe que as palavras haviam sido escritas por sua irmã falecida, Elizabeth C. Clephane. Um hinologista mencionou que as palavras foram escritas para o irmão perdido da srtª. Clephane, que morreu bêbado no Canadá.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_099.htm, que cita: Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Published in: on 3 de maio de 2010 at 1:22 pm  Deixe um comentário  
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