Gerhard Tersteegen

  Gerhard Tersteegen (1697 – 1769) [230], nasceu em 25 de novembro de 1697, em Mörs, em Reino – Vestfália, da Prússia (Alemanha). Quando seus planos de preparo para o pastorado na Igreja Reformada foram frustrados por causa da morte prematura de seu pai, Tersteegen aprendeu a arte de tecelagem. O negócio ia bem, mas ele passou cinco anos em depressão, no fim do qual sua fé na graça reconciliadora de Cristo tornou-se segura. Em 1724, Gerahard fez uma nova promessa a Deus, selando-a com seu próprio sangue. Abandonou, então, seus negócios e entrou num ministério singular de aconselhamento espiritual, de encorajamento e avivamento. O seu lar, chamado A Casinha do Peregrino, se abria a todos. Dizem que trabalhava dez horas por dia no seu tear, orava por duas horas e passava duas horas escrevendo e discutindo assuntos espirituais com outros. Preparava comida e remédios simples para os pobres.
  Tersteegen, escreveu 111 hinos, caracterizados pela clareza no ensino de verdades cristãs, renúncia de si e do mundo a um esforço diário de viver como aquele que está na presença de Deus. Também traduziu ou parafraseou muitos clássicos do francês e latim. Sua obra hinológica é Geistliches Blumegärtlein (Um Pequeno Jardim de Flores Espirituais), editada pela primeira vez em 1729, com muitas edições subseqüentes. Faleceu no lar em Mühlhein, na Prússia. Tersteegen publicou este hino, Got ist gegen wartig (Deus Está Presente) no seu hinário Geistliches Blumengärtlein (Um Pequeno Jardim de Flores Espirituais), em 1729. Alguns acham que é possivelmente uma paráfrase duma obra do escritor francês pietista Labadie.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_574.htm

Published in: on 1 de maio de 2010 at 11:14 pm  Deixe um comentário  

Will Lamartine Thompson

  Will Lamartine Thompson [222], natural de Liverpool, leste do Estado de Ohio, América do Norte, nasceu a 7 de novembro de 1847. Apesar das dificuldades financeiras por que passavam os compositores de música popular daquela época, possuindo, ele, um bom senso de negociante, enriqueceu e se tornou conhecido como “o compositor milionário”. Thompson era filho de um casal presbiteriano. Aos 16 anos começou a compor, porem sua fama só apareceu em 1875. Nesse ano ele tentou publicar algumas de suas composições. Pretendia receber 100 dólares pela publicação de 4 composições seculares, porem ofereceram-lhe apenas 25. Indignado, resolveu publica-las por conta própria e grande foi a sua surpresa ao verificar que todas elas alcançaram grande sucesso e uma delas se tornou a musica popular daquela época.
  O sucesso alcançado com a publicação de músicas foi tão promissor que Thompson fundou uma casa de música na qual, mais tarde, passou a vender não somente coleções de música populares, clássicas e sacras, como, também, pianos, órgãos e outros instrumentos musicais. Suas publicações foram usadas em diversas partes do mundo. Apesar de haver se tornado “o compositor milionário”, nem por isso Thompson se esqueceu de agradecer a Deus que tanto o abençoou. Apesar de ser um dos cidadãos mais proeminentes de sua cidade, Thompson nunca deixou de dar o testemunho de seu Salvador, que o salvou desde a sua infância. Nas palavras de um de seus amigos íntimos, Thompson possuía “um excelente caráter e um belo espírito que não eram menores do que o seu imenso talento musical”. “Simplicidade, sinceridade, humildade e justiça foram as características de sua vida”.
  Thompson sentia que devia algo a Deus e por isso dedicou o seu talento de compositor unicamente a composição de músicas sacras. Muitas vezes colocou o seu piano numa carroça puxada por dois cavalos e foi para a roça, tocando e cantando hinos de sua autoria. Entre os vários hinos que Thompson escreveu, um deles recebeu uma homenagem toda especial quando, em dezembro de 1899, Thompson foi ao estado de Massachusetts para visitar D.L. Moody, que estava gravemente enfermo. Tão grave era o estado de saúde de Moody, que o seu médico não permitiu que Thompson o visitasse. Do seu leito de morte, Moody ouviu a voz de Thompson e pediu que ele entrasse. O evangelista, agarrando a mão de Thompson, disse: “Will, preferia ter escrito o seu hino Manso e suave, mais do que qualquer outra coisa que tenho feito em minha vida inteira”. Essa declaração, saída dos lábios de um grande evangelista valeu como uma consagração; foi a homenagem máxima.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_175.htm

Published in: on 1 de maio de 2010 at 1:13 pm  Deixe um comentário  

História do hino 466 – Lutai por Cristo

  A história da origem deste cântico é relatada pelo autor, dr. George Duffield, em uma carta datada de 29 de maio de 1883:
  Lutai por Cristo foi a derradeira mensagem do reverendo Dudley A. Tyng, à Associação Cristã de Moços, e aos ministros associados a ele na “Reunião de Oração ao Meio Dia”, durante o reavivamento de 1858, conhecido geralmente como o Trabalho de Deus em Philadelphia. Tyng, meu querido amigo pessoal, é tido por mim como um dos mais nobres, bravos e viris homens que já encontrei… no domingo, antes de sua morte, ele pregou no imenso edifício conhecido como Jaynes’ Hall, um dos sermões mais bem sucedidos dos tempos modernos. Dos cinco mil homens lá reunidos, crê-se que pelo menos uns mil foram ‘sacrificados’ ao Senhor. Seu texto foi Êxodo 10:11, e daí, a alusão na terceira estrofe do cântico.
  “Na quarta-feira seguinte, deixando o seu escritório por um momento, desceu ao estábulo, onde uma mula estava trabalhando, puxando moinho, debulhando milho. Ao acariciá-la no pescoço, a manga de seu roupão de seda ficou presa num dos dentes da engrenagem e seu braço foi arrancado totalmente. Sua morte ocorreu em poucas horas … No domingo seguinte, o autor do cântico pregou sobre Efésios 6:14, e os versos do cântico foram escritos simplesmente como exortação final. O superintendente da Escola Dominical imprimiu-os em folhas avulsas para as crianças – Uma das cópias foi parar num jornal batista – e deste jornal, tem ido em traduções em inglês, alemão e latim, por todo o mundo.”
  A melodia “Webb” é também conhecida como “Morning Light” (Luz Matinal), “Millennial Dawn” (O Amanhecer do Milênio) e “Goodwin”, e foi escrita originalmente por George James, Webb, em 1839, para uma letra secular. Tornou-se, no entanto, apropriada para o cântico de Duffield.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_345.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores– CMA – Conservatório Musical Adventista e “The Story of Our Hymns” Haussler, pág. 324, 325, Eden Publishing House.

Published in: on 1 de maio de 2010 at 1:11 pm  Deixe um comentário  

História do hino 143 – A ceia do Senhor

  Certamente foi nos primeiros anos do seu longo ministério de editor do Cantor Cristão que o destacado missionário William Edwin Entzminger (1859-1930), sentindo a necessidade de bons hinos para a ceia do Senhor, escreveu este comovente hino. Um dos 72 hinos escrito ou traduzido por ele para este amado hinário, ao longo dos anos, esta mensagem tem sido cantada por brasileiros sem número. Ao ser cantada na hora da ceia, tem trazido aos corações a memória do sofrimento e da morte do “Servo do Senhor”, Seu amor, Seu perdão e salvação que outorgou.

Fonte:  Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. P. 390, Rio de Janeiro JUERP, 2001.  

Published in: on 1 de maio de 2010 at 1:09 pm  Deixe um comentário  
%d blogueiros gostam disto: