Annie Louisa Walker Coghill

  Anna Louisa Walker Coghill [419] naceu em 23 de Junho de 1836 em Kiddermore, Staffordshire, Inglaterra. Ela tinha apenas 18 anos de idade quando compôs as palavras deste hino, que foi publicado pela primeira vez, no seu livro Poemas em 1868. Em 1857, a família de Anna mudou-se para o Canadá. Eles se estabeleceram primeiramente em Pointe-Lévy e depois mudaram-se em 1858 para Sarnia, onde o pai de Anna trabalhou na ferrovia. Por volta desta época, Anna e suas duas irmãs, Isabella e Frances, dirigiram uma escola para moças. Anna retornou à Inglaterra em 1863 e trabalhou como governanta e revisora de livros. Em 1883, casou-se com Harry Coghill e mudou-se para Coghurst Hall, perto de Hastings, Inglaterra.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_319.htm

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Published in: on 31 de maio de 2010 at 9:13 pm  Deixe um comentário  

William Cowper

  William Cowper, [281] (26 de novembro de 1731, em Berkhamstead, Herford, Inglaterra; 25 de abril de 1800, em East Dereham, Norfolk, Inglaterra), poeta inglês. 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Cowper

Published in: on 31 de maio de 2010 at 9:12 pm  Deixe um comentário  

História do hino 294 – Necessitado

  Este hino surgiu em meio as tarefas diárias de uma dona de casa. A escritora, srª Annie Sherwood Hawks, escreveu a respeito daquela manhã quando foi inspirada a colocar estas palavras no papel: “Eu estava tão cheia do sentimento de proximidade do Mestre que, imaginando como alguém poderia viver sem Ele, quer na alegria, quer na tristeza, estas palavras “de Ti, Jesus Senhor, tenho precisão” surgiram em minha mente… Sentando-se perto da janela aberta, apanhei meu lápis e as palavras foram logo confiadas ao papel, quase da mesma forma como são cantadas agora… Alguns anos depois, quando as sombras caíram sobre meu caminho, por causa de uma grande perda, foi que senti o poder confortante das palavras que transmiti a outros em minhas horas de doce segurança e paz”. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_394.htm, que cita Osbeck, Kenneth W. 101 More Hymn Stories, Grand Rapids, MI, Kregel Publications, 1985,p. 57.

Published in: on 31 de maio de 2010 at 9:11 pm  Deixe um comentário  

História do hino 291 – Comunhão celeste

  Depois de servir a Deus como pastor por mais de 24 anos, na cidade de Brixham, Inglaterra, viu-se acometido por uma doença pertinaz, pulmonar, enfraquecendo rapidamente o seu estado físico. O seu médico recomendou-lhe que deixasse aquela cidade e fosse para as regiões da Itália, onde havia mais sol e onde poderia fugir do ar salgado de Brixham. Lyte não gostou da idéia, pois amava o mar desde a sua infância; e, agora, aos 54 anos, recebia o diagnóstico do médico como se fosse uma verdadeira sentença. Assim se expressou: “Espero que não seja necessário, pois nenhuma separação me seria mais penosa do que a do mar. Desde a minha infância ele tem sido o meu amigo e companheiro de folga e jamais me cansaria de o contemplar”. E mais: “As andorinhas estão a preparar-se para o vôo e estão a convidar-me para as acompanhar, porém, enquanto falo em voar, mal posso arrastar-me, e pergunto-me se será possível deixar a Inglaterra”.
  Parece que foi durante este estado físico e emocional que Lyte preparou o sermão que, sabia, seria o último para a sua Igreja a qual tanto amava. O seu último sermão naquela cidade foi proferido no dia 4 de Setembro de 1847. Foi grande o esforço que despendeu, nas condições físicas em que se encontrava, a ponto de muitos temerem pela sua saúde. Mesmo assim, após o culto, foi, pela última vez, à beira do mar, voltando, depois, lentamente, para sua casa.
  No final daquele mesmo dia, ele colocou nas mãos de um parente seu, o hino ” Comunhão celeste”. Pensa-se que Lyte, ao meditar na sua iminente saída de Brixham, havia escrito o hino, em Agosto daquele ano (1847). Mas a primeira vez que foi divulgado, foi na data do seu último sermão. Lyte, dois meses mais tarde, morreu, na cidade de Nice, ao sul da França, antes de chegar ao seu destino, apontando para o céu e dizendo:: “Paz, Alegria!”. Assim partiu Lyte.  A música deste hino foi escrita pelo dr. William H. Monk e recebeu o título de EVENTIDE (Crepúsculo), nome bem sugestivo de acordo com a letra e o sentido do hino escrito por Lyte, bem no crepúsculo da sua vida terrenal! 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_397.htm, que cita http://www.refrigerio.net/hinos13.html

Published in: on 31 de maio de 2010 at 9:10 pm  Deixe um comentário  

William Orcutt Cushing

  William Orcutt Cushing [110, 274, 343, 352, 524] nasceu em 1823, no Estado de Massachussets, EUA. Por mais de vinte anos pastoreou igrejas no Estado de Nova Iorque. Quando uma enfermindade lhe privou da voz em 1870, ele se aposentou. Começou, então, a escrever hinos. Mais de trezentos dos seus hinos foram musicados por músicos famosos do seu tempo: Sankey, Lowry, Root, e outros. Por longos anos os crentes brasileiros cantam “Oh! Que Belos Hinos”, “Sempre Firme”, e outras afirmações de fé que este homem de Deus nos proporcionou. Qual é o crente que não se lembra de ter cantado “Jóias Preciosas”? O Pastor Cushing faleceu em 1902, mas este homem que conseguiu transformar a provação em vitória continua a nos abençoar através dos seus hinos.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_357.htm

Published in: on 30 de maio de 2010 at 9:09 pm  Deixe um comentário  

Arthur Beriah Deter

  O  pr.  Arthur  Beriah  Deter [285, 391, 403, 519] chegou ao Brasil em 1901, acompanhado pela esposa sra. May Deter. Encaminhados pela então Junta  de  Missões  de Richmond – Virgina. Estabeleceram-se, a princípio, no Rio de Janeiro, onde administraram a Casa Publicadora Batista e o Jornal Batista.  Foi um dos fundadores da Convenção Batista Brasileira em 1907 em Salvador-BA. Construiu o  templo  da  Primeira  Igreja  Batista  de  Curitiba  em 1924. Foi ele também, um dos fundadores do então Seminário Batista Paranaense, hoje Faculdade. Em 39 anos vividos no Brasil, o pr. Arthur Beriah Deter, deixou muitas sementes plantadas na seara batista, sendo que  a maioria se mantém viva até hoje.  Em 1940  o missionário retornou aos EUA com 72 anos,  já aposentado. Faleceu em Dallas, no Texas, com 77 anos de idade em 1945. 

Fonte: http://www.compromissoadoracao.com.br/novosite/categoria.php?area=1&codigo=64&sub=1

Published in: on 30 de maio de 2010 at 9:08 pm  Deixe um comentário  

História do hino 289 – Ao pé da cruz

  Um dia William Howard Doane, parceiro de centenas de hinos, trouxe uma melodia para Fanny, a autora do hino, com um pedido urgente. Precisava de um bom hino para aquela noite numa reunião evangelística! Pediu a sua amiga: “Pode dar-me um texto apropriado para esta melodia agora mesmo?” Fanny, para quem um pedido desse tipo não era novidade, aquiesceu. Depois de ouvi-lo tocar sua melodia algumas vezes no harmônio da sua sala, como era o seu costume, ela foi se ajoelhar diante do Senhor no seu pequeno quarto. Na oração, as palavras para o hino “Quero Estar ao Pé da Cruz” vieram a ela com clareza.
  Certamente ela tinha meditado na passagem de João 19 e notado que aquelas mulheres, em contraste com a maior parte dos discípulos, ficaram bem junto à cruz. “Sim, na cruz, sempre me glorio”, do estribilho, descrevia sua determinação de ser como Paulo (Gálatas 6:14), de gloriar-se sempre e somente na cruz de Jesus.
  Ao receber a letra da sua parceira, muito satisfeito com este hino “para o qual o futuro reservaria larga difusão”, Doane cantou-o naquela noite e publicou-o na sua coletânea Bright Jewels (Jóias Brilhantes) em 1869. Deus à melodia o nome NEAR THE CROSS (Perto da Cruz) do título original do hino. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_191.htm, que cita Ruffin, Bernard; Fanny Crosby, Philadelphia, PA, United Church Press,1976, p.30.

Published in: on 30 de maio de 2010 at 9:07 pm  Deixe um comentário  

História do hino 287 – Com Jesus

  O hinólogo Bob Cummings, do seminário Teológico Western (Batista Conservador) de Portland, estado de Oregon, inicia sua consideração da mensagem deste hino de oração com a pergunta: “Como é que se prepara para se encontrar com alguém importante? Seja qual for o motivo do encontro, quanto mais importante a pessoa que vamos encontrar, tanto mais cuidadosamente nós nos preparamos.(…) Mas, como chegaremos a Jesus?”.
 Horatius Bonar falou da única maneira pela qual podemos nos aproximar de Cristo:  “É com os nossos pecados que nos aproximamos de Deus, pois não possuímos mais nada realmente nosso. (…) O arrependimento verdadeiro começa com o conhecimento do amor perdoador de Deus. (…) Todo mal que está no pecador não poderá impedir sua justificação; e toda a bondade (se tiver) que há nele, não o ajudará a alcançá-la. (…) Jesus Cristo é o Salvador de grandes e verdadeiros pecadores, que merecem nada além de total condenação. Precisamos chegar a Jesus com nada além dos nossos pecados, porque assim, acha-Lo-emos pronto a mostrar-nos misericórdia, pronto para perdoar e generoso em cancelar o salário cruel do pecado.”.
  Neste comovente hino, o autor retrata o tremendo contraste entre a sua vida sem o Redentor e depois de conhecê-lo; as palavras “tristes, sombrio, luta, tentação e aflição” descrevem seu estado sem Jesus. Alegria e conforto ele acha em Sua presença. Vaidades e ilusões ficam para trás; o querer, amor, vontade e graça do Pai ele recebe. Se antes temia a morte, com a presença de Cristo, não há receios. Em alegre obediência a seu Rei e Senhor, no futuro, junto a Cristo, estará no céu da glória. Que todos que ainda não o conhecem venham ao Salvador, cantando “eu venho a ti Senhor”, para que assim recebam as abundantes bênçãos que Ele providencia para todo o pecador através da sua encarnação, vida, sofrimento, morte e ressurreição. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_281.htm, que cita Cummings, Bob, Jesus, I Come. In: Hustad, Donald P. – The Worshiping Church – A Hymnal, Worshiping Learder’s Edition, Carol Stream, IL. Hope Publishing Company, N° 448.

Published in: on 30 de maio de 2010 at 9:05 pm  Deixe um comentário  

João Dieners

  João Diener [245, 249, 259, 372, 493, 501, 566], nasceu em 24 de setembro de 1889, próximo a Moscou na Rússia. Sua família era evangélica, de origem letã. Chegou ao Brasil em agosto de 1897, instalando-se no Estado de São Paulo, onde trabalhou como operário numa fábrica de tecelagem. 

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_168.htm

Published in: on 29 de maio de 2010 at 9:04 pm  Deixe um comentário  

Philip Doddridge

  Philip Doddridge (1702-1751) [407], o vigésimo filho de um comerciante de Londres, teve como avô e bisavô pastores que sofreram por sua fé. Ele mesmo recusou a oferta duma educação universitária, formou-se numa academia dissidente em Kbworth. Aceitou o pastorado duma igreja independente em Northampton. Conduziu, ao mesmo tempo, sua própria academia, onde mais de 200 homens foram preparados para o ministério (especialmente entre os dissidentes) que, depois, chegaram a servir em muitos países. Continuou este ministério por 22 anos. Doddridge foi um erudito e autor de muitas obras teológicas. Seu livro The progress of Religion in the Soul (O Progresso da Religião na Alma), traduzido para sete línguas, teve um “lugar de honra nas prateleiras do nosso país”. Foi o livro que Deus usou na conversão de Wilbur Wilberforce, o grande batalhador para a abolição da escravatura.
  Os hinos de Doddridge, no estilo de Watts mas sem a mesma expressão poética, refletem uma maior compreensão da mensagem social do evangelho. Escritos “principalmente como resumos dos seus sermões, foram ensinados, linha por linha, à congregação a cada culto”. Doddidge foi o primeiro a revelar zelo missionário nos seus hinos, antecipando por mais de meio século o movimento missionário dos primórdios do século XIX! Muitos manuscritos dos hinos de Doddidge são preservados até hoje, verdadeiras paráfrases das Escrituras. Foi dito que, quando se pedia uma copia de qualquer um desses hinos por alguém de sua congregação, o doutor Doddridge, com bondade “que era sua característica principal, se assentava para escrevê-la e depois, apresentá-lo com um sorriso de doçura que lhe era tão peculiar”. Marks, no seu livro, chama-o “homem de Deus que sempre andou bem de perto com seu Deus”. A Doddridge foi conferido o doutorado em Divindades (honoris causa) pela Universidade de Aberdeen (Escócia), em 1736.

Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_234.htm

Published in: on 29 de maio de 2010 at 9:03 pm  Deixe um comentário  
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