Isaac Watts

  Isaac Watts [26, 53, 90, 119, 396 [só as estrofes],520] (17 de julho de 1674 – 25 de novembro de 1748) foi um poeta, pregador, teólogo, lógico e pedagogo inglês. É reconhecido como o “pai do hino inglês”, como ele foi o primeiro escritor de hinos profílico e popular inglês, creditado com quase 750 hinos. Muitos de seus hinos permanecem ativos no uso hoje e têm sido traduzidos em várias línguas.

 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Watts

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Published in: on 28 de abril de 2010 at 10:51 pm  Deixe um comentário  

Charles Wesley

  É certo que o talento não é hereditário, mas é fato que sempre existiram vários casos de irmãos que se tornaram famosos graças aos dons incomuns nas áreas mais variadas. Eles brilham na mesma época e até em profissões semelhantes. A dupla de irmãos, John e Charles Wesley [27, 101 [3ª estrofe] , 326], fundou o metodismo no século 18. Aquela semente deu frutos – atualmente (2002) os metodistas formam uma comunidade de, aproximadamente, 80 milhões de pessoas em todo o mundo, embora a maior parcela concentre-se nos Estados Unidos. John Wesley tornou-se o mais famoso dos pregadores por falar e escrever com rara eloqüência. No entanto, Charles Wesley (1707-1788), seu irmão mais novo, não apenas deu suporte àquele ministério, apoiando e criticando John quando necessário, como também fez das partituras seu principal púlpito. Charles Wesley é considerado o grande compositor do reavivamento wesleyano: compôs mais de seis mil hinos, que eram cantados em cruzadas evangelísticas. Muitos deles causaram estranheza por terem influência dos ritmos populares, comuns nas tavernas e casas de ópera da Inglaterra.  Não foi à toa que, certa vez, alguém escreveu que, se George Whitefield ficou conhecido como o orador do metodismo, e John Wesley seu organizador, podia-se afirmar que Charles Wesley foi seu poeta.
  Vida o obra – O poeta Charles nasceu em 18 de dezembro de 1707, na cidade de Epworth, no condado de Lincolnshire, na Inglaterra. Filho de Samuel, reitor da Faculdade de Epworth, e de Susanna Wesley. Tinha apenas um ano e três meses de vida quando o prédio da reitoria da faculdade foi totalmente destruído pelo fogo. Charles, assim como John, foi resgatado do verdadeiro inferno em que se transformou o edifício tomado pelas chamas. Na adolescência, enquanto John estudava na Escola de Charterhouse, Charles foi estudar na Escola de Westminster, mesmo colégio do irmão Samuel. Lá, provou ser um excelente aluno. Criado sob rígida educação familiar evangélica, Charles fora ensinado a defender a justiça e, por isso, logo se envolveu em diversas causas na escola.
  Não houve, entretanto, alguém que pudesse duvidar do impacto da experiência de sua conversão, em 1738, aos 31 anos. Sua vida espiritual logo se voltou para a compaixão pelos homens perdidos. Assim, pregou de improviso pela primeira vez na Igreja de Saint Antholin, em Bristol. No ano seguinte, tornou-se publicamente defensor do ministério do grande pregador George Whitefield, que, embora tivesse grande impacto, era alvo de críticas ferozes em Londres e em Bristol. Charles Wesley juntou-se a Whitefield quando este falou a uma enorme multidão na cidade de Blackheath sob o título: “O que Satanás tem ganhado ao manter você fora das igrejas?” Charles Wesley repetiria o feito ao lado de seu irmão John, à frente de multidões nas vilas da região inglesa de Essex. “Sua pregação era como um trovão e um relâmpago”, diziam os primeiros metodistas a respeito da retórica de Charles Wesley. Mas sua força não estava apenas na pregação: sua música tornou-se, de fato, sua melhor ‘retórica’. Em 1739, a primeira seleção de seus hinos foi publicada e tornou-se logo muito popular.
  Seus hinos – Os hinos de Charles possuíam uma mensagem fundamentada na piedade cristã, própria para as reuniões devocionais e também para os grandes agrupamentos ao ar livre. Eles destacavam o fervor da fé e tornavam a mensagem inesquecível. Suas composições eram inspiradas nas melodias seculares de Purcell e de Haendel e, embora destinadas a congregações, eram editadas como solos. Eram melodias populares ou adaptadas da música das óperas que abundavam na época. A contextualização da música dos hinos de Wesley chocou muitos elementos conservadores da Igreja, mas foi bem aceita pelo povo.
  Seus hinos também eram fundamentados no lema da Reforma Protestante – Sola Scriptura (Só as Escrituras) – ou seja, enfatizavam que a Bíblia é a única regra de fé do cristão. Charles Wesley também escreveu hinos para combater a concepção calvinista da predestinação, como Redenção universal, e ainda chegou a pregar um sermão intitulado Graça gratuita. Escreveu hinos para as grandes festas da igreja, como os conhecidíssimos Natal [27 do Cantor Cristão] e Ressurgiu [101 do Cantor Cristão]. Preocupou-se também com um acervo de hinos para os sacramentos da igreja, como a Santa Ceia, e com a koinonia (a comunhão cristã), à época, principal base do crescimento da Igreja Metodista.
  Paralelamente à música, Charles Wesley investiu todo o seu tempo para salvar os homens distantes de Deus. Charles, assim como seu irmão John, não deu importância nem mesmo às pressões eclesiásticas e viajou muito, especialmente para a Irlanda, a Escócia e o País de Gales. Ao lado do irmão, Charles pregou contra o consumo de bebidas alcoólicas, a guerra e a escravidão, e incentivou a medicina humanitária, a abertura de novas escolas e uma reforma penitenciária. Mesmo com a agenda tão cheia, Charles arrumou tempo para casar-se, em abril de 1749, com Sarah Gwynne. O casal se estabeleceu em Bristol, mas sempre que podia Sarah acompanhava Charles em suas excursões de pregação da Palavra. Seus contemporâneos ficavam espantados ao ver seu ministério itinerante, que também incluiu os Estados Unidos, onde, em 1760, fundou com John as primeiras missões metodistas. Naquele tempo, o metodismo era um fenômeno. 

Fonte: http://www.renovado.kit.net/charles_wesley.htm

Published in: on 28 de abril de 2010 at 10:48 pm  Deixe um comentário  

História do hino 82 – O Gólgota

  Através de hinos e poesias, Cecil [autora do hino] procurava ensinar as grandes verdades do Credo Apostólico às crianças na sua classe da Escola Dominical. Este hino procurava fazer viver o quarto artigo: “Sofreu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e enterrado”. Foi escrito ao lado do leito de uma menina muito doente. Recuperando a saúde a menina reivindicava o hino como seu. Indo a cidade de Derry, na Irlanda, Cecil passava por um morto, perto de sua casa, que ela imaginava ser como o Gólgota. Por isso ela usou as palavras “o monte verde”. A senhora Alexander soube exprimir bem o ensino bíblico “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Is 53:5, e qual deve ser nossa resposta a tão grande amor! 

Fonte: Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. P. 109, Rio de Janeiro JUERP, 2001.

Published in: on 28 de abril de 2010 at 12:47 pm  Deixe um comentário  

História do hino 31- Lugar para Cristo

  A autora, Emily Elizabeth Steele Elliott, escreveu este hino de oração ao Deus-Filho para as crianças e o coro da sua igreja em 1864. Baseou-o em Lucas 2:7 “E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.”… Nestas estrofes a senhora Elliott apresenta os tremendos contrastes que Cristo experimentou na sua vinda ao mundo:
Est. 1: Do Seu reino de luz, Cristo veio ao mundo tão vil com um presépio por beco.
Est. 2: Veio da alegria nos céus para a cruz do Calvário.
Est. 3: Veio em amor salvar-nos: aqui provou o fel, a morte cruel.
Est. 4: Aqui o contraste é o oposto: por causa dEle, ganharei um lugar no céu que Ele deixou por mim.
Estribilho: Que convite: “Vem, Jesus, habitar comigo, Em minha alma há lugar; ó vem já! Vem Jesus habitar comigo,
Em minha alma há lugar; ó vem já!”. Você já fez este convite a Cristo? Senão faça-o agora!

 Fonte: Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. P. 98, Rio de Janeiro JUERP, 2001.

Published in: on 28 de abril de 2010 at 12:39 pm  Deixe um comentário  
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