Augusto Montague Toplady

  Augustus Montagne Toplady (1740-1778)  [371] nasceu em Farnham, no condado de Surrey. Seu pai, Major no exército da Grã-Bretanha, foi morto no cerco de Cartagena (Espanha), pouco depois do seu nascimento. Estudou na renomada Escola Westminster, em Londres, e mudando-se a família para a Irlanda, fez seu mestrado em artes na Faculdade Trinity, em Dublin, capital. Foi neste país que este culto jovem inglês teve a experiência que mudou sua vida. Decidiu ir a um culto dos metodistas Wesleyanos, um braço calvinista da denominação. Foi a um celeiro, onde ouviu um evangelista leigo, James Morris, pregar sobre o texto de Efésios 6:13. Ali Toplady nasceu de novo! Nas suas próprias palavras: Estranho, que eu, que tanto tempo estava exposto aos meios da graça, pudesse ser levado direto a Deus numa parte obscura da Irlanda, com um punhado de gente reunindo-se num celeiro, e pelo ministério de um que mal podia soletrar seu próprio nome. Certamente foi o Senhor que fez isto, e é maravilhoso. A excelência do poder tem que ser de Deus e não do homem.
  Julian nos afirma que o pregador Morris realmente não era tão mal instruído. Embora humilde, possuía um cérebro privilegiado e era um orador nato. Não foi a primeira nem será a última vez que um homem das grandes cidades julga mal a capacidade e a cultura do homem simples do interior. Voltando a Inglaterra, Toplady foi consagrado ao ministério anglicano em 1762. Serviu em três Igrejas e, de 1775, em diante, pregou numa igreja Calvinista francesa em Londres. Ardente calvinista, escreveu o livro Prova Histórica da Doutrina do Calvinismo da Igreja Anglicana. Levou, em boa tradição inglesa, um debate longo e acirrado com João Wesley sobre diferenças doutrinárias. Escreveu muitos hinos. Publicou um livro de poesia sacra, Psalms and Hymns for Public Worship (Salmos e Hinos para o Culto Público). Suas obras completas foram publicadas postumamente em seis volumes, em 1825.
  Toplady, respeitado como líder evangélico espiritual, faleceu muito jovem, aos 38 anos, de sobrecarga de trabalho e tuberculose. Pouco antes de morrer, disse: Meu coração bate cada dia mais e mais forte para a Glória. Enfermidade não é aflição, dor nenhuma causa, morte nenhuma dissolução (…). As minhas orações agora estão convertidas em louvor  Julian disse dele que, mesmo que fosse às vezes um homem de palavras impetuosas: uma chama de devoção genuína queimava na frágil candeia do seu corpo sobrecarregado e gasto. (…) Sua é a grandeza da bondade.

Fonte: http://harpacrista-fragmentos.blogspot.com/2008/03/hc047-rocha-eterna.html

Published in: on 30 de abril de 2010 at 11:06 pm  Deixe um comentário  

Judson Wheeler Van de Venter

  Judson Wheeler Van DeVenter (1855-1939) [295, 403, 497] freqüentou o Hill­sdale Coll­ege, neste tempo ensinou arte em Shar­on, Penn­syl­van­ia. Depois de muitos anos, porém, ele decidiu mudar sua carreira para o evangelismo, trabalhando com Wilbur Chapman e outros na América e na Inglaterra. Próximo ao fim de sua vida ele viveu em São Petersburgo, Flórida, em seguida foi para Tampa, também na Flórida, por volta de 1923. Foi professor de hinologia no Florida Bible Institute (atual Trinity Bible College) por quatro anos. 

 Fonte: http://www.discernimentobiblico.net/Tudo_Entregarei.html

Published in: on 30 de abril de 2010 at 11:04 pm  Deixe um comentário  

História do hino 161 – Poder espiritual

  Este hino foi escrito por Salomão Luiz Ginsburg, inspirado no lindo hino de súplica para o final do culto, do pastor anglicano John Ellerton, Ellerton o escreveu, em 1866, para ser o hino final num festival coral em Nantwich, condado de Cheshire, Inglaterra… “Ternamente espiritual e eticamente forte”, este hino, escrito originalmente em seis estrofes, mais tarde foi condensado em quatro. Sobre isso seu biógrafo comentou: Pela condensação em quatro estrofes, o espírito e poder do hino são maravilhosamente intensificados. Agora enfileira-se com os hinos do bispo Ken [8- Adoração], John Keble e Henry F. Lyte como um dos maiores hinos vespertinos da igreja anglicana. 

 Fonte: Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. P. 298, Rio de Janeiro JUERP, 2001.

Published in: on 30 de abril de 2010 at 11:01 pm  Deixe um comentário  

História do hino 75 – Que grande Amigo

  Ira David Sankey, conhecido hinista americano, diz em seu livro My Life and the Story of the Gospel Hymns (Minha Vida e a História dos Hinos Evangélicos): “Certa ocasião quando o sr. Moorehouse e eu estávamos realizando reuniões em Scarbore, Norte da Inglaterra, os serviços religiosos eram assistidos por um grupo de senhoras Quakers e entre elas, uma prima de John Bright, o grande estadista inglês. Desejando que este cântico fosse apresentado em uma das reuniões, esta senhora escreveu o seguinte pedido: “sr. Sankey, faria o favor de repetir o cântico ‘Que Grande Amigo’, em sua maneira habitual? “Escrevendo desta maneira, ela evitou pedir-me que cantasse, o que é contrario ao costume da Sociedade de Amigos (Quakers).  
  Estávamos realizando reuniões de oração numa hospedaria, Inglaterra, quando um jovem lá hospedado veio a reunião para distrair-se. Nós cantamos, oramos, lemos um capitulo da Palavra de Deus e então o jovem pediu que cantássemos para ele. Escolheu ‘Que Grande Amigo’. Quando acabamos de cantar a primeira estrofe, seus olhos começaram a verter lagrimas, e tenho a alegria de dizer que ele entregou seu coração a Deus pela influência deste belo cântico. Na manhã seguinte ele deixou a hospedaria, mas antes de fazê-lo, escreveu-me uma carta, da qual extrai estes trechos: ‘Eu lhe pedi este cântico porque ele era o predileto de minha querida irmã e decidi, agora, encontrá-la no céu. Com a ajuda de Deus, se não nos encontrarmos outra vez nesta terra, prometo encontrá-lo no céu também. Pense sempre em mim quando cantar ‘Que Grande Amigo’. Mostre esta carta aos meus outros dois amigos’.”

 Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_102.htm, que cita Histórias de Hinos e Autores – CMA – Conservatório Musical Adventista

Published in: on 30 de abril de 2010 at 1:02 pm  Deixe um comentário  

História do hino 314 – Estou seguro

  Uma noite em 1887, o mestre de canto Anthony J. Showalter despediu sua classe na singing scholl em Hartselle, estado de Alabama, EUA. Pegou seus livros, fechou a igreja onde ensinava , e se dirigiu a pensão onde se hospedava durante sua estada curta na cidade. Havia recebido carta de dois de seus amigos, ex-alunos no estado de Carolina do Sul. Ao abri-las leu a mesma notícia: suas esposas haviam falecido naqueles dias. Quando sentou-se para escrever palavras de conforto a eles, abriu a sua Bíblia, e o trecho bíblico que toco-o e que incluiu nas suas cartas, foi: “O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo estão os braços eternos; e ele lançará o inimigo de diante de ti, e dirá: Destrói-o.” Dt 33:27. Nos momentos que se seguiram, as palavras de um refrão e uma melodia ecoaram no pensamento deste compositor. Logo se pôs a escrevê-los e, sabendo que precisaria de estrofes também, pensou no seu amigo, o hinista Elisha A. Hoffman, autor de mais de 2.000 mil gospel songs. Imediatamente escreveu a ele, mandando o hino e explicando as circunstâncias. Pediu que Hoffman escrevesse estrofes apropriadas. Ao recebê-las de volta, certamente enviou o hino, com sua mensagem confortante, aos irmãos enlutados.

Fonte: Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. P. 258, Rio de Janeiro JUERP, 2001.

Published in: on 30 de abril de 2010 at 12:59 pm  Deixe um comentário  

William W. Walford

  Nascido em: 1772, Bath, Som­er­set­shire, Inglaterra. Faleceu em: 22 de Junho de 1850, em Ux­bridge, Mid­dle­sex, Inglaterra. Walford [148] frequentou a Ho­mer­ton Acad­e­my, onde foi ordenado ministro congregacional. Ele pas­toreou em Stow­mar­ket, Suf­folk (1798-1800); Great Yar­mouth, Nor­folk (1800-1813); Ux­bridge, Mid­dle­sex (1824-1831 e 1833-1848); e foi professor na Ho­mer­ton Acad­e­my (1841-1831). Conta-se que o Sr. Walford era um homem que não possuia grande educação cultural mas que era muito inteligente, e possuia uma memória extraordinária. Diz-se, até, que quando pregava sempre escolhia bem os textos bíblicos e citava-os de cor com muita precisão. Raramente errava na repetição dos Salmos ou nas citações de qualquer parte das Escrituras, quer do Velho quer do Novo Testamento. Conhecia tão bem os factos bíblicos que ganhou a fama de saber a Bíblia inteira de cor.

 Fontes: http://www.discernimentobiblico.net/hora_bendita.html e http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_419.htm

Published in: on 29 de abril de 2010 at 8:37 pm  Deixe um comentário  

Anna Bartlett Warner

  Anna Barllet Warner (1820-1915) [542] nasceu em Long Island, Estado de Nova Iorque. Morou com o seu pai, o advogado Henry W. Warner, e sua irmã Susan, uma famosa autora, na ilha Constitution perto da Academia Militar West Point. Embora Anna nunca alcançasse a fama literária da sua irmã, escreveu diversos romances sob psedônimo de Amy Lothrop. Publicou também dois volumes de poesia. Anna e Susan mantiveram classes de Escola Dominical na Academia por muitos anos. O seu lar, chamado Good Crag (Bom Rochedo), foi doado à Academia e transformado em patrimônio nacional.

 Fonte: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/historias_hinos/ha_457.htm

Published in: on 29 de abril de 2010 at 8:16 pm  Deixe um comentário  

História do hino 79 – Um bom Amigo

  Jack p. Schofield, compositor e autor das estrofes 1 a 3 deste hino, contou a sua história. Foi escrito em 1911, durante uma conferência evangelística onde Schofield ajudava o dr. Mordecai F. Ham como musicista. “a melodia simplesmente veio a mim, quase como se fosse um presente. Procurei então escrever uma melodia apropriada à musica.

 Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. P. 129, Rio de Janeiro JUERP, 2001.

Published in: on 29 de abril de 2010 at 8:13 pm  Deixe um comentário  

História do hino 578 – Sonda-me ó Deus

  James Edwin Orr, mundialmente conhecido evangelista e estudioso da Bíblia, testificou que escreveu este hino num tempo de “inspiração durante um movimento intenso do Espírito” em Ngaruawahia, na Nova Zelândia, em 1936. Baseando-se no salmo 139:1,2, o autor, como o salmista, pede que Deus sonde o seu coração, e o limpe de todo mal. Continua, em estrofe 2, a pedir que Deus o purifique, e, com seu amor consuma o mal que há no coração, conforme a sua promessa (I Jo 2:9). A estrofe 3 é uma entrega completa, reconhecendo o poder de Deus de dominar até as paixões. Na estrofe 4, reconhecendo que é doa altos céus que o avivamento vem, pede que comece nele, e vá além. Esta oração é muito pessoal. Cada crente deve fazê-la no seu próprio coração, sinceramente e em completa entrega ao nosso Pai que nos ama.
  A senhora Carol Orr, esposa do autor, contou a história deste poderoso hino nim artigo da revista Decision (Decisão): Em 1936 houve um extraordinário reavivamento na Nova Zelândia, por ocasião da Convenção de Páscoa [promovida pelo Instituto Bíblico da Nova Zelândia], realizada na pequena cidade maori chamada Ngaruawahia. (…)  Entre os pregadores neozelandeses encontrava-se o jovem irlandês J. Edwin Orr… Este avivamento se espalhou por muitas partes do país, trazendo frutos que se repercutiriam ao redor do mundo. Andes de deixar a Nova Zelândia, o pregador foi recebido pela princesa Te Puea Herangi, “que em sua homenagem fez ouvir a Canção Maori de Despedida entoada por quatro jovens nativos”. Mais tarde, na agência do correio, o dr. Orr, inspirado pela maravilhosa atuação do Espírito Santo entre os jovens neo-zelandeses, escreveu, no verso de um envelope uma nova letra para aquela melodia. As palavras vieram em 5 minutos!  

Fonte: Cristão, Hinário para o Culto – Música. História. 2 Música sacra- Batista. pp. 222, 223, Rio de Janeiro JUERP, 2001.

Published in: on 29 de abril de 2010 at 12:54 pm  Deixe um comentário  

Isaac Watts

  Isaac Watts [26, 53, 90, 119, 396 [só as estrofes],520] (17 de julho de 1674 – 25 de novembro de 1748) foi um poeta, pregador, teólogo, lógico e pedagogo inglês. É reconhecido como o “pai do hino inglês”, como ele foi o primeiro escritor de hinos profílico e popular inglês, creditado com quase 750 hinos. Muitos de seus hinos permanecem ativos no uso hoje e têm sido traduzidos em várias línguas.

 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Watts

Published in: on 28 de abril de 2010 at 10:51 pm  Deixe um comentário  
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